Girly Paradise Gifs Professora Sandra Bastos
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domingo, 23 de maio de 2010

Uso da vírgula


Este texto está circulando na Internet. Veja como é excelente para professor de Português trabalhar sobre a importância do uso correto da vírgula.
Campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM

Verbos



FERRO A CARVÃO
Quantas camisas eu passei,
Quantas calças alisei,
Até vestido de noiva
engomei

Ao trabalho nunca me furtei,
Pois de energia não
precisei.

Estava sempre pronto
Quando alguém de mim precisava.
Para que funcionasse, a
mim bastava
Uma mão e carvão em
brasa

Vejam só onde hoje estou,
O progresso me relegou.
Mas a mim isso não
importa.
Pois ainda sirvo de enfeite,
e para SEGURAR PORTA.

Pedro Tadeu

Comentário:
O ferro a carvão, muito usado por nossas avós, e até por muitos de nós, perdeu sua utilidade, exceto nos lugares de extrema pobreza. Com o progresso industrial, foi substituído pelos modernos ferros elétricos, a vapor ou não. Muitas famílias, talvez por apego, ainda o conservam em algum cantinho. Assim como o ferro, muitos eletromésticos e máquinas foram, com o passar dos anos, sendo trocados por outros mais modernos, os quais também ficaram obsoletos. Podemos citar alguns exemplos de substituiçãoes:
  • Batedor de clara de ovos por batedeira;
  • coador de pano por filtros de café descartáveis;
  • máquina de escrever por computador
  • máquina fotográfica por máquina fotográfica digital.
Tudo muda numa velocidade espantosa, carro, celular, computador, calçado, roupa. enfim é inumerável a mudança ocorrida e imprevisível o que ainda vai acontecer, mas de uma coisa podemos ter certeza: todos esses modernos aparelhos de hoje, um dia não passarão de sucatas. Se tiverem sorte, poderão ser reciclados, ou acabar em algum museu.

Sugestão de atividade:

Identificar os verbos que estão nos seguintes tempos:

Modo indicativo:
  • Presente
  • Pretérito perfeito
  • Pretérito imperfeito
Conjugar verbos do poema:

Sujeito e predicado



A galinha põe
O vaidoso antepõe
O agricultor apõe
O músico compõe
O teimoso contrapõe
O químico decompõe
A testemunha depõe
O industrial expõe
O Estado impõe
O atrevido interpõe
O artista justapõe
O preguiçoso pospõe
O arrependido repõe
O orgulhoso sobrepõe
O caluniador supõe
O ladrão transpõe
E Deus dispõe

(Revista Boa Nova - Portugal)

Sugestão de atividade:
  1. Trabalhar os sinônimos dos verbos mais difíceis
  2. Reescrever o poema no plural
  3. Identificar sujeito e predicado

modelo de convite para festa junina


Casamento caipira


PERSONAGENS:
NOIVA: Chiquinha
MÃE DA NOIVA: Januária
PAI DA NOIVA: Chico Facão
NOIVO: Zé do Brejo
MÃE DO NOIVO: Benedita
PAI DO NOIVO: Bertoldo
PADRE: Romão
IRMÃ DO NOIVO: Mariquinha

CENÁRIO:
Enfeitado com bandeirolas e balões

FIGURINO:

Masculino:
Calça meia canela com remendos
no bolso
Camisa xadrez ou estampada
Paletó apertado
Lenço riscado no pescoço
Chapéu de palha
Sapatão
Pintura de costelas e cavanhaque
Feminino:
Vestido de Chita
Trança e fita no cabelo
Rouge no rosto
Pintinhas
Boca de coração
CASAMENTO CAIPIRA 1
CHIQUINHA ENTRA COM A MÃE:
Mãe da noiva: Eu falei, Chiquinha, pro cê num piscá prece jacu. Prá piscá pra argum rapaiz bunito da cidade. Agora que o seu pai viu, vai fazê ocê casá cum esse bocó.
Noiva: Mais mãe, eu tava piscano pro rapais rico, mais o pai tava bêbo e achô qui era pra esse jacu. E outra coisa, mãe, o moço bunito não tava nem aí cumigo.
CHEGA O PADRE:
Padre: Bem, quero fazê logo este casamento, onde é qui tão us noivo?
Mãe da noiva: Padre Romão, espera um bocadinho que meu marido foi buscá aquele cachorro sarnento do Zé do Brejo nu buteco do seu Janjão.
CHEGAM OS NOIVOS E O PAI DA NOIVA DISCUTINDO:
Noivo: Óia aqui seu Chico Facão, já falei mais de mir veiz: Eu num vô casá ca Chiquinha não. Num tô perparado. E o capado onda num ingordô.
Pai da noiva: Ceis vão casá sim, já tem tudo pronto, num mandei ocê piscá pra minha fia, que que é uma moça di respeito.
Noivo: Mas eu num pisquei pra sua fia. É que ela tava mexeno muito co zóio e eu fui ajudá ela tirá o cisco qui entrô. Num é memo Chiquinha?
Noiva: O que?Ocê pára di bestera, Zé do Brejo, óia lá o qui vai faláÓia lá heim!
Pai da noiva: (Junta o noivo pelo braço) Fala qui num vai casá, Zá do Brejo, fala!
Mãe do noivo: Chico Facão, larga meu fio, qui eu criei ele tão bem pra casá com essa feiosa qui nem lava os pé pra durmi.
Noiva: É Mintira, é mintira. A sinhora, dono Binita, tá levantano farso di mim.
Mãe do noivo: Sua galinha d’angola da cara pintadinha. Assanhada! Regatera! Não é verdade Mariquinha
Irmã do noivo (Mariquinha): É isso memo mãe, não deixe barato, Ela só que a herança dele. Sua zóio arregalado!
Noiva: É mintira pessoar. Ele não têm dinheiro nenhum e além di tudu, é muito feio. Parece um galo di briga arrepiado!
A NOIVA CHORA:
Irmã do noivo: Fica queta minina, que feia é ocê e a sua famia intera.
Mãe da noiva: Sua vaca, ocê tá falano mar da minha princesa?
Pai da noiva: (BATE PALMAS E DIZ) Vamo acabá logo cum essa baruiera e casá os dois!
Padre: Vamo começá o casamento logo, qui eu tenho qui eu tô cum fome. Silêncio pessoar!
Noiva: (PÕE AS MÃOS PARA O CÉU E AGRADECE) Até qui enfim vô disincaiá. Qui belezura! Brigado, Santo Antonho!

Padre: Zé do Brejo, oce aceita casá com Chiquinha?

Noivo: É, num tem outro jeito memo. Então eu caso.

Padre: E ocê Chiquinha, aceita casá co seu Zé do Brejo?

Noiva: Craro, eu num sô troxa,

Pai da Noiva: Casa esses dois logo, Padre Romão, antes que o noivo fuja!

Padre: Então ceis tão casados!

Noivo e Noiva: Amém seu Padre!

TODOS SE ORGANIZAM: NOIVOS JUNTOS. CADA PAI E MÃE PERTO DE SEUS FILHOS E AS IRMÃS PERTO DOS PAIS.
Mãe da noiva: É bão ocê num passá perto do meu marido di novo, sinão eu vô te batê. Sua regatera!
Mãe do noivo: Não. Capais qui eu vô querê esse home feio i fidido! Chega meu fio qui vai casá cum essa feiosa!
A NOIVA CHORA:
Mãe da noiva: Não chora não! Despois eu insino pro ocê como é que se induca uma sogra!
Padre: (Irritado) Fiquem quietas, vamo fazê logo esse casamento. Dona Chiquinha, aceita Seu Zé do Brejo como seu marido, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte leve argum dos dois pro sumitério?
Noiva: (sorridente) É craro qui sim, seu padre...
O NOIVO SE AFASTA COM MEDO.
Padre: Senhor Zé do Brejo, aceita dona Chiquinha como sua esposa, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte leve argum dos dois pro sumitério?
O NOIVO OLHA O PAI DA NOIVA, ELE ARREGALA OS OLHOS AMEAÇANDO-O, A SEGUIR, O NOIVO OLHA PARA A MÃE DA NOIVA. ELA PÕE A MÃO NA CINTURA E BATE O PÉ.
Noivo: Sim, seu Padre. ë com todo o gosto
Padre: Intão não tem mais jeito, ocêis já Estão casado! I nada di beijá a noiva, pra módi não escandalizá ninguém!

A MÃE DA NOIVA DESMAIA.
O PAI DA NOIVA SOCORRE.
Pai da noiva: Januária. Ô meu Deus, será qui ela vai morrê bem agora?
A MÃE DA NOIVA SE LEVANTA SE ABANANDO.
Mãe da noiva: Ai, qui calor! (abana-se com as mãos )
Mãe do noivo: Num tô gostano disso!
Irmã do noivo: Liga não, mãe, é frescura dessa véia. Ela tá é quereno tomá meu marido!
Mãe do noivo: (Puxa o marido pelo braço) Pára di oiá pra ela, seu véio assanhado!
OS NOIVOS SE ABRANÇAM E CONVIDAM O POVO PARA A FESTANÇA.

Noivo: E agora, pessoar, Vamos pras festança. Todo mundo dançano.

Noiva: Viva Santo Antonho! (três vezes)

TODOS: Viva

TODOS EM PAR COMEÇAM A DANÇAR. (O padre dança com a irmã do noivo)




CASAMENTO CAIPIRA 2
Personagens: Padre, Coroinha, Noiva, Noivo, Delegado, Ajudantes do delegado, Pais da noiva e Padrinhos.
Cenário: representação de um altar de Igreja ou capela.
O enredo do casamento caipira é o seguinte, com algumas variações:
A noiva fica grávida antes do casamento e seus pais obrigam o noivo a se casar com ela. Este tenta fugir, daí a necessidade do pai pedir a interferência do delegado e seus soldados. Depois, é só comemorar o casamento através da quadrilha."
O padre encontra-se no altar e anuncia a chegada da noiva, que entra com o pai e vai até o "altar", onde se encontra o padre devidamente paramentado, seu coroinha e ainda os padrinhos e pais dos noivos.
Os diálogos são carregados com bastante sotaque do interior:
PADRE - A noiva tá chegano! Vamo batê parma pr'ela, pessoar!!!
- Cadê o noivo ??? - diz o padre.
NOIVA - Ai mãe, ele num vem, acho que vou dismaiá... (e, simulando um desmaio, é acudida pela mãe e madrinha)
- Pai da noiva faz um sinal p/ o delegado, cochicha com ele e...
DELEGADO - Pera aí seu padre; eu já vô buscá ele. ( e sai acompanhado por dois ajudantes, armados de espingarda e cassetetes)
Entra o noivo encurralado pelo delegado, que permanece no altar, grande parte da cerimônia, atrás do noivo, para que ele não fuja.
PADRE - Bão, vamo começá logo esse casório. ( e, dirigindo-se para a noiva:)
- Ocê, Ciquinha Dengosa, promete, de coração, prá marido toda vida, o Pedrinho Foguetão?
NOIVA - Mas que pregunta isquisita seu vigário faz prá mim ; eu vim aqui mais o Pedrinho num foi prá dizê que sim???
PADRE - (dirigindo-se ao noivo) E ocê Pedrinho, que me olha assim tão prosa, qué mesmo prá sua esposa a Sinhá Chiquinha Dengosa?

NOIVO - Num havia de querê, num é essa minha opinião mas, se não caso com a Chiquinha , vô direto pro caixão... ( diz isso virando para o delegado, que está de punho da espingarda)
PADRE - Então, em nome do cravo e do manjericão, caso a Chiquinha Dengosa com o Pedrinho Foguetão!
- E Viva os noivos!
CONVIDADOS - VIVA!!! (conforme os noivos passam pelos convidados, pode-se jogar arroz)
PADRE - E vamo pro Baile, pessoar!!! Com os convidados já devidamente formados, tem início a quadrilha - grande baile do casamento.


Sugestão:
Início de um casamento caipira para o aluno continuar a escrever
PADRE - Irmãos, estamos aqui reunidos para cebrar o casamento de Tonho do Brejo e Cidonha Setembrino, mas oque que isso Cidonha?
NOIVA – ... Seu padre é que .....

Santos juninos para colorir

SANTOS JUNINOS PARA COLORIR


São João


Santo Antônio


São Pedro

QUEM FORAM OS SANTOS JUNINOS?

QUEM FORAM OS SANTOS JUNINOS?


Santo Antônio

Nasceu 15 de agosto 1195 em Lisboa e recebeu o nome de Fernando. era filho de um cavalheiro corte de do Rei Alfonso II. Em 1212 entrou para a Ordem de Santo Agostinho . A chegada das relíquias de cinco mártires franciscanos de Marrocos em 1221 levou Santo Antônio a entrar para a ordem dos franciscanos. Tornou-se conhecido como um grande pregador
Santo Antônio se fixou na cidade de Pádua, reformou a cidade, acabou com a prisão de devedores e ajudou os pobres. Em 1231 ele sofreu de exaustão e foi se recuperar em Campossanpietro. No seu retorno a Pádua ele não agüentou e acabou morrendo no convento das "Clarissas Pobres" em Arcella, em 13 de junho de 1231. Santo Antônio foi chamado o "Trabalhador Maravilha" pelos seus muitos milagres. Ele pregava para multidões na chuva e a sua audiência ficava seca a despeito do forte aguaceiro. Ele foi saudado como um traumatologista após ter curado a perna de um homem que tinha sido seccionada e fez outro homem voltar a vida, para testemunhar em uma audiência de assassinato onde um inocente estava sendo considerado culpado.
Perto da morte de S. António aparece-lhe o Menino Jesus na cela de Camposampiero.
Santo Antônio é o padroeiro de Pádua, de Lisboa e dos casais. É um santo popular para encontrar itens perdidos. No Brasil é o santo casamenteiro e é invocado pelas moças solteiras para encontrar um noivo. O "dia dos namorados" no Brasil é celebrado na véspera de sua festa ou seja no dia 12 de junho.
O milagre dos peixes:
Santo António faz um sermão aos peixes, no rio Marecchia porque os homens de Rimini não o querem ouvir. Ao ver isto eles arrependem-se e dirigem-se para junto do santo, ouvindo o sermão.
O milagre do jumento:
Um herege não acreditava que Cristo de fato estava presente na Eucaristia. Santo António diz que o jumento, que o homem tinha, era menos teimoso e que seria mais fácil convencê-lo. Ao ver a hóstia o jumento ajoelha-se.
Em 1236 fizeram o traslado do corpo do Santo. Foi possível encontrar a língua do Santo
São João

São João Batista era filho de Zacarias e de Santa Izabel. Chamava-se “Batista” porque ele batizava as pessoas. Até Jesus, que era seu primo, foi batizado por ele!
A Igreja Católica celebra a festa de São João Batista no dia 24 de junho. O seu nascimento é celebrado pelo povo com grande alegria: cantos e danças folclóricas, fogueiras, quermesses fazem dessa festa uma das mais populares e queridas da nossa gente.
Foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas.
São João Batista,
Batista João,
levanto a bandeira
com livro na mão.
O nosso corpo é uma podridão,
no fundo da terra,
no centro do chão.
São João adormeceu
no colo de sua tia.
Se meu São João soubesse
quando era seu dia,
descia do céu na terra
cum bandeira de alegria.

(Anonimo)
São Pedro
Pedro tinha como primeiro nome Simão, nasceu em Betsaida e era irmão do apóstolo André. Antes de ser apóstolo, Pedro era pescador, mas foi chamado pelo próprio Jesus para deixar tudo e caminhar com Ele, pregando o Evangelho.
São Pedro recebeu o título de “O Príncipe dos Apóstolos”. Foi primeiro Papa da Igreja Católica
Ele foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como Jesus Cristo.
Depois da sua morte, foi nomeado “chaveiro” do Céu, pois para entrar no Céu é necessário que São Pedro abra as portas, também é atribuída a ele a responsabilidade de fazer chover.
Bandeira com os santos Juninos

REFLEXÃO CAIPIRA

FAMÍA CARENTI
Um dia saí caminhano,
já quasi nu intardecê,
à uma famia carenti,
uma visita fui fazê.
Moravam nu pé da montanha,
numa casa di sapê,
numa pobreza tamanha
dava pena só di vê.
Chegano fui convidado
para cum eles jantá,
mas quando vi a comida,
deu vontadi di chorá.
As panelas eram limpas
mas, comida num tinha não,
era apenas uma água,
cum arguns grãos di fejão.
Cum cinco crianças piquenas,
comecei a imaginá,
como pode sê pussive
essa água sustentá.
Preguntei para o Jusé,
mas Maria respondeu:
porque a cruiz nu terrero?
foi meu fio qui morreu.
Mas a Deus eu agradeço
pelo meu fio levá,
pois ele eu tenho certeza
qui fomi nunca mais vai passá.
Dei-lhe um abraço apertado,
lágrimas rolaram no chão,
di repenti um di seus fios,
chegou com uma Bíblia na mão.
I mi chamano di môço!
mi disse: eu sou o Sebastião.
Pegui essi livro sagrado
faiz pra nóis uma oração.
Já bastanti comovido
peguei a Bíblia na mão,
li pra eles uma passagi
du evangelho di São João.
Dizia na esperança,
na fé i compriensão,
i Qui mesmo fartano di tudo
nunca farte a oração.
(Ademir Maciel)
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