Girly Paradise Gifs Professora Sandra Bastos: Mensagens
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Para educadores

Aos educadores
O ilustre escritor brasileiro Augusto Cury enumera em seu livro intitulado Pais brilhantes, professores fascinantes, o que ele considera os sete pecados capitais dos educadores.
O primeiro deles é corrigir o educando publicamente.
Um educador jamais deveria expor o defeito de uma pessoa, por pior que ele seja, diante dos outros.
Um educador deve valorizar mais a pessoa que erra do que o erro da pessoa.
O segundo é expressar autoridade com agressividade.
Os educadores que impõem sua autoridade são aqueles que têm receio das suas próprias fragilidades.
Para que se tenha êxito na educação, é preciso considerar que o diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível.
O terceiro é ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança.
Os fracos condenam, os fortes compreendem, os fracos julgam, os fortes perdoam. Os fracos impõem suas idéias à força, os fortes as expõem com afeto e segurança.
O quarto é punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações.
A maturidade de uma pessoa é revelada pela forma inteligente com que ela corrige alguém. Jamais coloque limites sem dar explicações.
Para educar, use primeiro o silêncio e depois as idéias. Elogie o educando antes de corrigi-lo ou criticá-lo.
Diga o quanto ele é importante, antes de apontar-lhe o defeito. Ele acolherá melhor suas observações e o amará para sempre.
Quinto: ser impaciente e desistir de educar.
É preciso compreender que por trás de cada educando arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto.
Todos queremos educar jovens dóceis, mas são os que nos frustram que testam nossa qualidade de educadores. São os filhos complicados que testam a grandeza do nosso amor.
O sexto, é não cumprir com a palavra.
As relações sociais são um contrato assinado no palco da vida. Não o quebre. Não dissimule suas reações. Seja honesto com os educandos. Cumpra o que prometer.
A confiança é um edifício difícil de ser construído, fácil de ser demolido e muito difícil de ser reconstruído.
Sétimo: destruir a esperança e os sonhos.
A maior falha que os educadores podem cometer é destruir a esperança e os sonhos dos jovens.
Sem esperança não há estradas, sem sonhos não há motivação para caminhar.
O mundo pode desabar sobre uma pessoa, ela pode ter perdido tudo na vida, mas, se tem esperança e sonhos, ela tem brilho nos olhos e alegria na alma.
Você que é pai, professor ou responsável pela educação de alguém, considere que há um mundo a ser descoberto dentro de cada criança e de cada jovem.
Só não consegue descobri-lo quem está encarcerado dentro do seu próprio mundo.
Lembre-se que a educação é a única ferramenta capaz de transformar o mundo para melhor, e que essa ferramenta está nas suas mãos.
Do seu uso adequado depende o presente e dependerá o futuro. O jovem é o presente e a criança é a esperança do porvir.
Pense nisso e faça valer a pena o seu título de educador. Eduque. Construa um mundo melhor. Plante no solo dos corações infanto-juvenis as flores da esperança.
A sabedoria das crianças
Certa feita, Jesus serviu-Se de um menino como exemplo, dizendo que o reino dos céus é daqueles que lhe fossem semelhantes.
As crianças, em verdade, nos surpreendem. Com sua argumentação, com sua lógica e conclusões, mais de uma vez.
Foi assim que um menino de 13 anos ligou para uma determinada rádio no Texas.
Ele mora em uma fazenda no meio do Estado do Nebraska. Identificou-se como Logan Henderson e começou um diálogo com o locutor do programa.
Contou que um bezerro nascera de uma vaca muito velha, na fazenda onde mora e, por ter algumas dificuldades, como falta de vitamina C, era muito fraco.
Narrou que, na noite anterior, o bezerro quebrara a coluna e, por isso tivera que ser sacrificado.
Com a morte do animal, Logan ficara muito triste e passou a interrogar a Divindade:
Por que, Deus? O animal era muito especial para mim. Por que ele teve que morrer?
Até aí, a narrativa não tinha maiores novidades. Uma criança falava de sua perda, do sentimento que a tomara pela morte do seu animal.
Contudo, o que viria na sequência é que deixou impressionados o locutor e os ouvintes. O garoto disse mais ou menos assim:
Deus me respondeu:
"Logan, Meu filho era especial, mas Ele morreu por um propósito."
E antes que a surpresa se diluisse, concluiu o menino:
Sabe, aquele bezerro era muito querido por mim. E o Filho de Deus era querido por Ele.
Eu só queria dizer a você que isso é muito importante.
Quando você perde uma pessoa que você ama ou um animal de estimação, lembre-se que Deus deu Seu Filho também.
E Ele entende você. Ele sempre vai entender. Somente corra para Ele.
Emocionado, o locutor lhe respondeu: Logan, você é mais sábio do que imagina.
O fato é singelo. A fala do garoto, dependendo da crença religiosa que se abrace, pode soar um pouco estranha. Talvez infantil demais.
Ou ousada, pela comparação que faz entre a morte do nosso Irmão e Mestre Jesus e a perda de um animal.
Mas, a conclusão a que chega é que importa.
Deus sempre entende os Seus filhos. Entende quando eles sofrem pela perda de um animal, de um ser amado.
Entende as lágrimas da infância e a dor madura de quem já viveu muitas experiências e vai enfrentar a solidão, porque seu grande amor partiu.
Pensemos nisso. Pensemos na Sabedoria Divina que Se serve de fatos aparentemente corriqueiros para grandes lições.
Que Se serve da palavra de um menino para dizer ao mundo: Não se desespere se o seu amor morrer. Volte-se para Deus. Ele entende você. Ele vela por você.
É só pedir. É só chamar por Ele. É só se voltar para Ele.
A cadeira vazia
Era uma singela igreja, freqüentada por moradores da região daquele distante bairro de Londres.
Os anos se passavam e o pequeno grupo se mantinha constante nas reuniões, ocupando sempre os mesmos lugares.
Foi por isso mesmo muito fácil ao pastor descobrir certo dia, uma cadeira vazia. Estranhou, mas logo esqueceu. Na semana seguinte, a mesma cadeira vazia lá estava e ninguém soube informar o que estava acontecendo. Na terceira ausência, o pastor resolveu visitar o faltoso.
No dia frio, foi encontrá-lo sentado, muito confortável, ao lado da lareira de sua casa, a ler.
Você está doente, meu filho? Perguntou. A resposta foi negativa. Ele estava bem.
Talvez estivesse atravessando algum problema, ousou falar o pastor, preocupado.
Mas estava tudo em ordem. E o homem foi explicando que simplesmente deixara de comparecer. Afinal, ele freqüentava o culto há mais de vinte anos.
Sentava na mesma cadeira, pronunciava as mesmas orações, cantava os mesmos hinos, ouvia os mesmos sermões. Não precisava mais comparecer. Ele já sabia tudo de cor.
O pastor refletiu por alguns momentos. Depois, se dirigiu até à lareira, atiçou o fogo e de lá retirou uma brasa.
Ante o olhar surpreso do dono da casa, colocou a brasa sobre a soleira de mármore, na janela.
Longe do braseiro, ela perdeu o brilho e se apagou. Logo, era somente um carvão coberto de cinza.
Então o homem entendeu. Levantou-se de sua cadeira, caminhou até o pastor e falou: tudo bem, pastor, entendi a mensagem.
E voltou para a igreja.
Todos nós somos brasas no braseiro da fé. Se mantemos regular freqüência ao templo religioso, estudando e trabalhando, nos conservamos acesos e quentes.
Mas, exatamente como fazem as brasas, é preciso estender o calor. Assim, acostumemos a não somente orar, pedir e esperar graças. Iluminados pelo evangelho de Jesus, nos disponhamos a agir em favor dos nossos irmãos.
Como as brasas unidas se transformam em um imenso fogaréu, clareando a escuridão e aquecendo as noites frias, unidos aos nossos irmãos de ideal, poderemos estabelecer o calor da esperança em muitas vidas.
Abrasados pelo amor a Jesus, poderemos transformar horas monótonas em trabalho no bem. A simples presença passiva na assembléia da nossa fé em um dinâmico trabalho de promoção social, beneficiando a comunidade.
Pensemos nisso e coloquemos mãos à obra.
Pensamento Clarificados pela mensagem do cristo, espalhemos calor nas planícies geladas da indiferença, da soledade e da necessidade.
Procuremos a dor onde ela se esconda e a envolvamos nos panos quentes da nossa dedicação.
Estendamos o brilho da esperança nas vidas amarfanhadas dos que nunca conseguiram crer em algo que estivesse além do alcance dos seus sentidos físicos.
Tornemo-nos brasas vivas, fazendo luz onde estejamos, atuando e servindo em nome de Jesus.
A escolha acertada
A época era de dificuldades. Os dramas humanos se multiplicavam nas estradas da china, sem que ninguém tivesse muito tempo para olhar para o lado e tentar auxiliar o vizinho.
Foi durante a guerra civil chinesa, que sucedeu ao conflito mundial da segunda guerra.
Wong e sua esposa Lee, com as quatro filhas, tinham urgência em sair de Hong Kong. Ele era um ilustre professor procurado pelas forças que oprimiam o país.
Enquanto ele tentava conseguir um meio de transporte que, por muito dinheiro, os pudesse levar para o campo, à casa de um tio, onde se poderiam ocultar, tentando salvar as próprias vidas, Lee acomodava as pequenas ao seu redor.
Ela precisava cuidar da bagagem, porque na confusão das ruas não eram poucos os que se aproveitavam para saquear os descuidados.
Precisava também atender as crianças que, um tanto assustadas, em meio à movimentação intensa, choramingavam, agarradas às suas vestes.
Num tempo que pareceu eterno, o marido chegou com um Jinriquixá, uma espécie de carrinho, puxado por um homem. Mas, enquanto ele providenciava a acomodação das malas, embrulhos e valises no pequeno transporte, um outro se aproximou.
Com certeza, vislumbrando a chance de um bom dinheiro, ofereceu-se para levar a família ao seu destino. Esperto, sabendo do preço elevado que o outro fizera, propôs um valor menor.
O professor Wong, homem prático, aceitou. Porém, Lee, a esposa, disse que não era correto deixar o homem que antes fora contratado. Afinal, ele perdera seu tempo, andara até ali puxando seu veículo e merecia respeito.
Falou de forma tão incisiva que o marido aceitou suas ponderações e lá se foram, no transporte mais caro.
A viagem não teve maiores dificuldades. Uns sustos aqui e ali, à conta de homens inescrupulosos pelo caminho, contudo, chegaram bem ao final da viagem.
Quer dizer, quase ao final. Porque o tio de Wong morava do outro lado do canal, e o Jinriquixá não ousou atravessá-lo.
Saltando do veículo, o casal dividiu a bagagem entre si e as pequerruchas, que tiveram também que carregar alguns embrulhos, apesar do pequeno tamanho, e atravessaram a ponte a pé.
Chegando à casa do tio e recebidos, com surpresa natural, começaram a se acomodar nos poucos cômodos. Depois que alimentou as filhas e as deitou para o descanso, transcorridas em torno de duas horas da chegada, Lee se deu conta que faltava uma mala.
"Meu Deus!" Gritou ela. Logo aquela em que havia escondido todo o dinheiro que haviam conseguido juntar, antes da fuga.
E agora? O coração em descompasso, pôs-se a chorar, abraçada ao marido.
"Como continuar a fuga sem dinheiro? Como dar continuidade à vida, sem nada a não ser as roupas e quatro bocas famintas para alimentar?"
Enquanto se dispunha, afinal, a secar as lágrimas, erguer a cabeça e recomeçar as lutas para a sobrevivência, alguém bateu na porta.
Todos se olharam temerosos. Seriam andarilhos salteadores? Seriam guerrilheiros que haviam descoberto a fuga?
O tio, procurando demonstrar uma calma que longe estava de sentir, abriu a porta. A punição por acolher fugitivos era severa. Talvez a morte.
Mas, na porta, estava o condutor... Com a mala. Viera devolvê-la, tão logo se dera conta que fora esquecida em seu transporte.
Fizera um longo trajeto de volta, ousara atravessar a ponte, somente para entregar a uma família fugitiva, a bagagem, com todo o seu conteúdo intacto.
O tio nem esboçou atitude. Todos ficaram parados, sem reação, pelo inusitado do momento. Um gesto de honestidade em meio à confusão que vivia o país e onde muitos somente pensavam em tomar de outros, à força, o que pudessem.
Lee ajoelhou-se e agradeceu a Deus que lhe havia inspirado para fazer a viagem com aquele homem, apesar do preço mais elevado.
A gratidão nasce nos momentos mais inusitados e a honestidade se revela nos corações bem formados.
Mesmo em meio ao caos, o homem guarda na intimidade valores reais dos quais lança mão em momentos precisos.
Por vezes, um simples gesto pode resultar em muitas bênçãos. Como o de Lee, em manter a fidelidade ao contrato verbal acertado com um desconhecido, em um momento de angústia e quase pavor, que alcançou ressonância em outro coração, quiçá, tão perseguido e maltratado como o dela mesma.
A canção da sobrevivência
Existem pessoas que reclamam condições para a realização de tarefas. Há as que se desculpam por não mais terem progredido, galgado altos degraus porque lhes faltaram melhores oportunidades.
Entretanto, a engenhosidade humana não tem limites e quando o Espírito deseja, concretiza seus anseios, embora os embates de fora, as agressões, as adversidades.
Durante a Segunda Guerra Mundial, num imundo campo de concentração em Sumatra, um bando de mulheres magras e desnutridas foram se sentindo sempre mais fracas.
Até que idealizaram algo que as pudesse aliviar da tortura do aprisionamento e das péssimas condições de alimentação e higiene.
Foi em dezembro de 1943 que as prisioneiras principiaram a serem avisadas que suas colegas promoveriam um concerto.
Ao ar livre, em um espaço cercado, a multidão de crianças e mulheres se apinhou.
Alguém escreveu no chão sujo: orquestra.
As participantes foram entrando, uma após a outra, cada qual portando um banquinho e algumas folhas de papel.
Nenhum instrumento à vista. Estranha orquestra. Seria uma brincadeira engendrada pelos guardas brutais, com o fim único de abater o ânimo, já tão escasso daqueles seres sofridos?
Então, uma missionária presbiteriana, magra, de grossas lentes destacou-se do grupo miserável de vestidos remendados e gastos, de pés descalços, cabeças raspadas e ataduras nas pernas e nos pés, para cobrir as feridas.
Sua voz soou clara, como um arauto de boas novas: Esta noite vocês ouvirão um coro de vozes femininas produzindo música, geralmente executada por orquestras.
Fechem os olhos, imaginem-se num teatro imponente e ouçam a música imortal.
As prisioneiras passaram a imitar o som da orquestra. Num crescendo, as sinfonias invadiram o pavilhão.
Pelas mentes cansadas das mulheres que ouviam, as imagens se sucediam como por encanto. A Pastoral do Messias do compositor Handel evocou o Natal, um prelúdio do polonês Chopin reavivou lembranças de um amor que um dia existira na fase do namoro e do casamento de muitas delas.
O som de violinos podia ser ouvido. Em certo momento, o guarda de baioneta no rifle, furioso, investiu contra o grupo.
No exato momento, o coro atingiu o auge de sua apresentação e ele permaneceu imóvel, como que hipnotizado pelos acordes vocais.
Por mais três ou quatro vezes, o coro fez concertos. A música lhes renovava as esperanças e o sentido de dignidade humana.
Quando cantavam, esqueciam que se encontravam num campo de concentração, entre ratos e mau cheiro.
Suas almas alçavam o vôo da liberdade e em suas asas conduziam as companheiras.
Além das cercas, dos maus tratos elas andavam nos campos, aspiravam o perfume das flores, adentravam salões de festa, teatros e participavam do grandioso concerto.
Seu canto as levava para muito além dos muros, da miséria e do desamor.
Você tem na garganta uma flauta mágica, disposta por Deus, para a modulação da canção da paz.
Use-a, todos os dias, para executar a sinfonia da esperança aos ouvidos dos aflitos e ciciar doces melodias para os corações em desesperança.
Una-se a outras vozes e à orquestra divina que se chama amor.
A melancolia
Dentre os vários problemas com que se debate a Humanidade, está a melancolia.
A melancolia é um estado d´alma de difícil definição, porque se manifesta nas profundezas do sentimento.
Sabemos que não nos encontramos pela primeira vez na Terra. Já vivemos aqui em outras épocas, em outros países, na companhia de outras pessoas.
Viajores que somos da eternidade, trazemos em nós as marcas das experiências vividas nas várias existências.
Hoje estamos na Terra novamente, num corpo diferente, talvez nesse país por primeira vez, numa situação social diversa da vivida em outras épocas.
Assim sendo, vez que outra nos deparamos com situações que tocam pontos guardados nos porões da nossa alma, e sentimos uma saudade de algo que não sabemos o que é.
Ou, ainda, sentimos uma vaga tristeza, uma depressão injustificável.
Fatos, situações, pessoas, música, perfume são indutores dessas incursões inconscientes no passado, e conforme tenha sido a experiência, será o sentimento.
Se o registro é de uma experiência feliz, nos sentiremos bem. Se, ao contrário, foram experiências malfadadas, teremos o sentimento correspondente.
Existem pessoas que, quando se deparam com o tempo nublado, frio e cinzento, sentem-se deprimidas.
Outras, o tempo chuvoso as faz sentirem-se muito bem.
Outras, ainda, quando ouvem uma música, sentem-se transportadas imediatamente de um estado d´alma a outro completamente inverso.
Por vezes, pessoas do nosso relacionamento nos dizem alguma coisa que nos deixa tristes, melancólicos, sem que exista motivo para tanto. Mas o problema não está no que dizem, e sim em como dizem.
Quando nos percebermos mergulhados em melancolia, devemos fazer esforços para mudar o clima psíquico, através da leitura edificante, de uma prece, da companhia de alguém que nos ajude a sair dela.
Jamais deveremos dar asas a esse tipo de sentimento, para que não mergulhemos nele ainda mais, a ponto de perdermos o controle da situação.
Nos momentos de depressão, quando inconscientemente mergulhamos no passado, Espíritos infelizes, ou antigos comparsas, podem tentar nos envolver nas mesmas teias dos equívocos por nós cometidos anteriormente, levando-nos a estados de difícil retorno.
Por essa razão é que não devemos nos entregar aos braços da melancolia ou da depressão.
É imperioso que façamos esforços, que busquemos com muita vontade mesmo, mudar nosso clima mental, buscando a sintonia com nossos Benfeitores Espirituais, que sempre nos amparam e auxiliam em todos os momentos da nossa existência.
Agindo assim, guardemos a certeza que logo mais, num amanhã feliz, saberemos o quanto valeu a pena passarmos por essas situações com coragem e dignidade, porque, então, nos aguardarão de braços abertos, os afetos dos quais tanta saudade sentimos.
Expulse a melancolia da sua alma fazendo luz íntima. Acenda a lâmpada do Evangelho na sua mente.
A dor serena
A experiência da dor é comum a todos os homens.
Ela se revela a cada um de modo diferente, mas a todos visita.
Os pobres sofrem pela incerteza quanto à manutenção de sua família.
Os doentes experimentam padecimento físico.
Os idealistas se angustiam pelo bem que tarda em se realizar.
O governante se acabrunha pela magnitude da tarefa que lhe repousa sobre os ombros.
Qualquer que seja a posição social de um homem, ele vive a experiência do sofrimento.
A própria transitoriedade da vida terrena é fonte de angústias e incertezas.
Pode-se muito fazer e muito angariar, mas a morte é uma certeza e a tudo transformará.
Alguma dilaceração é inerente ao viver.
Ninguém ignora a possibilidade de seus afetos o sucederem no retorno à Pátria Espiritual.
Nenhum homem sensato imagina que o vigor físico o acompanhará para sempre.
A universalidade da dor chama a atenção dos homens para o fato de que são essencialmente iguais.
Ocupam diferentes posições e têm experiências singulares, mas ninguém é feito de material imune à ação do tempo.
A vida material é transitória e isso não se pode negar.
Contudo, as pessoas evitam refletir sobre essa realidade.
Quando apanhadas pelos fenômenos próprios da transitoriedade da vida, costumam se revoltar.
Todos sofrem, mas poucos sofrem bem.
Tão raro é o bem sofrer que geralmente não é sequer compreendido.
Quando, em face de alguma experiência dilacerante, a criatura mantém a serenidade, acha-se que ela tem algum problema.
Confunde-se sensibilidade à dor com escândalos.
Se a pessoa não brada indignada e não procura culpados por sua miséria, entende-se que ela tem algo de obscuro em seu íntimo.
Uma mãe capaz de suportar serenamente a dor da morte de um filho surge aos olhos alheios como insensível.
Como se ausência de gritos significasse falta de amor!
No Sermão da Montanha, Jesus afirmou a bem-aventurança dos que choram, dos injuriados e perseguidos.
Certamente não estava a referir-Se aos que sofrem em meio a revoltas e desatinos.
Afinal, em outra passagem evangélica, afirmou que, quem desejasse, deveria tomar sua cruz e segui-Lo.
Trata-se de um sinal de que a conquista da redenção pressupõe algum sacrifício.
A Terra, por algum tempo ainda, será morada de Espíritos rebeldes às leis divinas.
Por séculos, semearam dor nos caminhos alheios e não se animaram a reparar os estragos.
Por isso, são periodicamente atingidos pelos reflexos de seus atos, até que aprendam o código de fraternidade que rege a Vida.
Reflita sobre isso antes de se permitir gritos e rebeldia.
As experiências que o atingem visam a torná-lo melhor e mais sensível à dor do semelhante.
Elas possibilitam sua recomposição perante a Justiça Cósmica.
Não perca a oportunidade com atitudes infantis.
Cesse reclamações, não procure culpados e não se imagine vítima.
Aproveite o ensejo para exemplificar sua condição de cristão.
Quando o sofrimento o atingir, sinta-se desafiado a ser um exemplo de dignidade, esforço e luta.
Sua serenidade perante a dor fará com que outros repensem a forma com que vivem.
Assim, você estará colaborando na construção de um mundo melhor, com menos revolta e insensatez.
Pense nisso.
A cadeira no caminho
Depois de um dia inteiro passado longe da família, entra em casa o pai, à noite.
Sua chegada alvoroça o filho que, esperando algum presente para ele, se precipita de braços abertos.
Por descuido, o pequeno estabanado vai de encontro a uma cadeira no caminho, e cai no chão, violentamente.
Não se machucou, mas, assustado pela surpresa da queda, põe-se a chorar em altos gritos.
Então, o pai só pensa em duas coisas: fazer calar o menino e acalmá-lo. Como conseguirá?
Facilmente, associando-se simplesmente aos sentimentos da criança, ajudando-a a soltar a rédea aos maus instintos.
Como assim? Liberando maus instintos? Não seria justamente o oposto que deveríamos fazer?
Pois bem, vejamos como a reação desse pai mostra que tomamos muitos caminhos absolutamente equivocados na educação de nossos filhos.
Reforçamos os maus instintos sem perceber, mais vezes do que imaginamos.
O pai precipita-se, levanta a criança, e começa a bater na cadeira ruim, cadeira feia, que fez cair o Carlinhos ou o Joãozinho.
Desse modo consegue rapidamente o que se propusera, pois Carlinhos ou Joãozinho, feliz por ver a cadeira castigada, cala-se, bate-lhe também, e fica satisfeitíssimo.
Não é verdade que assistimos cenas como essa diversas vezes?
Vamos analisar então o alcance real desse ato que tão inocente se supõe.
Quem tem culpa da queda da criança? Ela mesma, evidentemente. E quem foi castigada? A cadeira.
Lançando a culpa à cadeira, perde-se uma oportunidade de demonstrar praticamente à criança as conseqüências de sua imprudência e da sua atrapalhação.
Assim se deforma o seu critério de julgar, apresentando-lhe uma falsa relação entre a causa e o efeito.
Toda oportunidade de trabalhar esta temática, a da causa e do efeito, com as crianças, deve ser abraçada com vigor, pois nas pequenas aplicações do dia-a-dia está o desvendar de uma Lei Divina fundamental.
Mas, poderíamos ainda ir além e perguntar: por que sempre precisa haver um culpado? Por que não ensinamos as crianças a entenderem que existem muitas coisas que fazem parte da vida, e que sempre nos ensinam alguma coisa?
A cadeira no caminho poderia estar ensinando o cuidado, a atenção, ou ainda, poderia ser apenas uma cadeira no caminho.
Se fôssemos, na vida, abrir um berreiro, ou buscar culpados, para cada cadeira no caminho, esqueceríamos de viver, certamente, e seríamos só lamentos ambulantes.
Não deixemos que nossos filhos cultivem visões distorcidas da realidade desde cedo.
Não permitamos que a superproteção, ou nossos próprios medos atrapalhem o bom desenvolvimento de um ser, que precisa aprender a enfrentar os desafios da vida.
Punir a cadeira feia nunca será a solução. Nem deixaremos de sentir a dor da queda, nem resolveremos o problema da cadeira no caminho.
Entender que a lei de causa e efeito nos rege em todos os campos, inclusive no moral, faz-se importantíssimo, se desejamos ser bons pais e educadores.
O Espírito Meimei coloca na fala das crianças do mundo palavras de extrema beleza:
Peço-te, não me esqueças º pois sou teu filho, teu aluno, teu neto.
Sempre teu irmão, pedindo apenas a quota de amor e paciência de que preciso para me fazer homem de bem e companheiro de teu ideal
O Último Dia
"Aquele era seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso."
Naquela manhã, sentiu vontade de dormir um pouco mais. Estava cansado, tinha deitado muito tarde e não havia dormido bem. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama, e levantou-se, pensando nas muitas coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado e nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem muita convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia pedindo mais tempo para ficarem juntos.
Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Entrou no carro e saiu. Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar.
Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto. Mas não podia, naquele dia, sair da empresa. Quem sabe no próximo final de semana?
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
Na hora do almoço, pediu à secretária para trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte.
Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up.
Mas ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou ao trabalho. "a vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir.
Saiu para uma reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando os degraus de dois em dois. Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a marcha, sentiu de novo o mal estar e agora com uma dor forte no peito.
O ar começou a faltar... A dor foi aumentando... O carro desapareceu... Os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem.
A esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã?
A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento.
Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte: a dor da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas...
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...
Queria... Queria... Mas não havia mais tempo...
Quantas pessoas estão vivendo hoje seu último dia de existência na Terra e não sabem disso!
Quantas saem do corpo físico diariamente e deixam muitas coisas por fazer!
Certamente os compromissos profissionais, a limpeza da casa, as compras, os pagamentos, outras pessoas farão.
Mas as questões afetivas, as coisas do coração, somente cada um pode deixar em dia. Aquela visita a um amigo, o abraço de ternura num familiar querido, um beijo carinhoso na esposa ou esposo, uma palavra atenciosa a alguém que precisa, um tempo a mais para dedicar aos amores..
A opção da simplicidade
Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.
Acham que têm compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.
Entretanto, inúmeras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.
Viver com simplicidade é uma opção que se faz.
Muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas.
A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.
Angustiadas por múltiplos compromissos, não refletem sobre sua realidade íntima.
Olvidam do que gostam, não pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vãs.
De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si próprio?
Se a criatura não tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.
Ninguém necessita trocar de carro constantemente, ter incontáveis sapatos, sair todo final de semana.
É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.
O simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.
A pessoa simples não calcula os resultados de cada gesto, não tem artimanhas e nem segundas intenções.
Ela experiencia a alegria de ser, apenas.
Não se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a própria infância.
Mas uma infância como virtude, não como estágio da vida.
Uma infância que não se angustia com as dúvidas de quem ainda tem tudo por fazer e conhecer.
A simplicidade não ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.
Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de mãos dadas, tomar sorvete...
Tudo isso compõe a simplicidade do existir.
Não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.
Mas é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.
Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.
É bom e importante trabalhar, estudar e aperfeiçoar-se.
Progredir sempre é uma necessidade humana.
Mas isso não implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.
Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena.
As coisas sempre ficam para trás, mais cedo ou mais tarde.
Mas há tesouros imateriais que jamais se esgotam.
As amizades genuínas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de espírito são alguns deles.
Preste atenção em como você gasta seu tempo.
Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas não são apenas um peso desnecessário em sua existência.
Experimente desapegar-se dos excessos.
Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.
Pense nisso.
A Águia de asas partidas
Ele possuía muitas riquezas. Tinha as arcas abarrotadas de ouro e gemas preciosas.
A juventude lhe sorria e os amigos sempre se faziam presentes nos banquetes.
Habituara-se a dormir em seu leito de ébano e marfim. Dormir e sonhar.
Em seus sonhos, misturava-se a realidade das tantas vitórias que lhe enriqueciam os dias. E um desejo de paz que ainda não fruía.
Ele amava as corridas de bigas e quadrigas. Recentemente comprara cavalos árabes, fogosos. E escravos o haviam adestrado durante dias.
Tudo apontava para a vitória nas próximas corridas no porto de Cesaréia.
Mas os momentos de tristeza se faziam constantes.
A felicidade não era total. Faltava algo. Ao mesmo tempo, ele temia perder a felicidade que desfrutava.
Por isso, ouvindo falar daquele Homem singular que andava pelas estradas da Galiléia, o procurou.
Bom mestre, que bem devo praticar para alcançar a vida eterna?
Desejava saber. Como desejava. A resposta veio sonora e clara:
Por que me chamas bom? Bom somente o Pai o é. À tua pergunta, respondo: "Cumpre os mandamentos, isto é, não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honrarás teu pai e tua mãe."
Tudo isso tenho observado em minha mocidade. No entanto, sinto que não me basta. Surdas inquietações me atormentam. Labaredas de ansiedade me consomem. Faltava-me algo!
Então º propõe-lhe a Luz º vende tudo quanto tens, reparte-o entre os pobres. Vem, e segue-Me!
A ordem, a meiguice daquele Homem ecoava em seu Espírito. Ele era uma águia que desejava alcançar as alturas. E o Rabi lhe dizia como utilizar as asas para voar mais alto.
Pela mente em turbilhão do jovem, passam as cenas das glórias que conquistaria. Os amigos confiavam nele.
Tantos esperavam a sua vitória. Israel seria honrada com seu triunfo.
Sim, ele podia renunciar aos bens de família, mas ao tesouro da juventude, às riquezas da vaidade atendida, os caprichos sustentados...?
Seria necessário renunciar a tudo?
A águia desejava voar, mas as asas estavam partidas...
Recorda-se o jovem que os amigos o esperam na cidade, para um banquete previamente agendado. Num estremecimento, se ergue:
Não posso! º murmura. Não posso agora. Perdoa-me.
E afastou-se a passos largos. Subindo a encosta, na curva do caminho, ele se deteve. Olhou para trás. Vacilou ainda uma vez.
A figura do Mestre se desenha na paisagem, aos raios do luar. A Luz parece chamá-lo uma vez mais.
Indecisa, a alma do moço parece um pêndulo oscilante. A águia ainda tenta alçar o vôo. O peso do Mundo a retém no solo.
Ele se decide. Com passos rápidos, quase a correr, desaparece na noite.
Os evangelistas Mateus, Marcos e Lucas narram o episódio e dizem de como o jovem se retirou triste e pesaroso.
Nem poderia ser diferente: fora-lhe dada a oportunidade de se precipitar no oceano do amor e ele preferira as areias vãs do Mundo.
O Divino Amigo nos chama, diariamente, para a conquista do reino de paz.
Alguns ainda somos como o moço rico. Deixamos para mais tarde, presos que ainda estamos a muitas questões e vaidades pessoais.
É bom analisar o que vale mais: a alegria efêmera do Mundo ou a felicidade perene que tanto anelamos. Depois, é só optar.
A ação da amizade
Vez que outra, é bom nos determos, por alguns minutos, para refletir um pouco sobre a ação da amizade em nossas vidas.
A amizade é o sentimento que une as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação, a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e as infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, se apaga, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra o êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao enlevo da sua fluidez.
Quando passam os impulsos sexuais do amor nos cônjuges, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões, dá-nos até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é a meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.
Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento. Como acontece ao trigo, no campo espiritual do amor, não será possível colher sem semear.
Examine, pois, diariamente, a sua lavoura afetiva.
Irrigue-a com a água pura da sinceridade, do perdão, da atenção.
Sem esquecer jamais do adubo do amor, do carinho e do afeto.
Imite o lavrador prudente e devotado, e colherá grandes e precisos resultados.
A arte de resolver conflitos
O trem atravessava sacolejando os subúrbios de Tóquio numa modorrenta tarde de primavera.
Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô. O jovem olhava, distraído, pela janela, a monotonia das casas sempre iguais e dos arbustos cobertos de poeira.
Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, a quietude foi rompida por um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo.
Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e imundo. Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê.
O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arranca-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava.
O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem se levantou. O lutador estava em excelente forma física. Treinava oito horas todos os dias, há quase três anos.
Gostava de lutar e se considerava bom de briga. O problema é que suas habilidades marciais nunca haviam sido testadas em um combate de verdade. Os alunos são proibidos de lutar, pois sabem que Aikidô "é a arte da reconciliação. Aquele cuja mente deseja brigar perdeu o elo com o universo.
Por isso o jovem sempre evitava envolver-se em brigas, mas no fundo do coração, porém, desejava uma oportunidade legítima em que pudesse salvar os inocentes, destruindo os culpados.
Chegou o dia! Pensou consigo mesmo. Há pessoas correndo perigo e se eu não fizer alguma coisa é bem possível que elas acabem se ferindo.
O jovem se levantou e o bêbado percebeu a chance de canalizar sua ira.
Ah! Rugiu ele. Um valentão! Você está precisando de uma lição de boas maneiras!
O jovem lançou-lhe um olhar de desprezo. Pretendia acabar com a sua raça, mas precisava esperar que ele o agredisse primeiro, por isso o provocou de forma insolente.
Agora chega! Gritou o bêbado. Você vai levar uma lição. E se preparou para atacar.
Mas, antes que ele pudesse se mexer, alguém deu um grito: Hei!
O jovem e o bêbado olharam para um velhinho japonês que estava sentado em um dos bancos. Aquele minúsculo senhor vestia um quimono impecável e devia ter mais de setenta anos...
Não deu a menor atenção ao jovem, mas sorriu com alegria para o operário, como se tivesse um importante segredo para lhe contar.
Venha aqui disse o velhinho, num tom coloquial e amistoso. Venha conversar comigo insistiu, chamando-o com um aceno de mão.
O homenzarrão obedeceu, mas perguntou com aspereza: por que diabos vou conversar com você?
O velhinho continuou sorrindo. O que você andou bebendo? Perguntou, com olhar interessado.
Saquê rosnou de volta o operário e não é da sua conta!
Com muita ternura, o velhinho começou a falar da sua vida, do afeto que sentia pela esposa, das noites que sentavam num velho banco de madeira, no jardim, um ao lado do outro. Ficamos olhando o pôr-do-Sol e vendo como vai indo o nosso caquizeiro, comentou o velho mestre.
Pouco a pouco o operário foi relaxando e disse: é, é bom. Eu também gosto de caqui...
São deliciosos concordou o velho, sorrindo. E tenho certeza de que você também tem uma ótima esposa.
Não, falou o operário. Minha esposa morreu.
Suavemente, acompanhando o balanço do trem, aquele homenzarrão começou a chorar.
Eu não tenho esposa, não tenho casa, não tenho emprego. Eu só tenho vergonha de mim mesmo.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto.
E o jovem estava lá, com toda sua inocência juvenil, com toda a sua vontade de tornar o mundo melhor para se viver, sentindo-se, de repente, o pior dos homens.
O trem chegou à estação e o jovem desceu. Voltou-se para dar uma última olhada. O operário escarrapachara-se no banco e deitara a cabeça no colo do velhinho, que afagava com ternura seus cabelos emaranhados e sebosos.
Enquanto o trem se afastava, o jovem ficou meditando...
O que pretendia resolver pela força foi alcançado com algumas palavras meigas.
E aprendeu, através de uma lição viva, a arte de resolver conflitos.
A arte dos elogios
Pesquisadores da universidade de Yale, nos Estados Unidos da América, realizaram um estudo com dez mil executivos Seniors para medir o poder da amizade na qualidade de vida dos americanos.
O resultado foi impressionante: ter amigos reduzia em nada menos que 50% o risco de morte, sobretudo por doenças, num período de cinco anos. Estas informações foram publicadas por um jornal carioca, recentemente, nos convidam a pensar a respeito das amizades que cultivamos.
Muitos de nós temos facilidades para fazer novos amigos. Mas, nem sempre temos habilidade suficiente para manter essas amizades. É que, pelo grau de intimidade que os amigos vão adquirindo em nossas vidas, nos esquecemos de os respeitar.
Assim, num dia difícil, acreditamos que temos o direito de gritar com o amigo. Afinal, com alguém devemos desabafar a raiva que nos domina. Porque estamos juntos muitas horas, justamente por sermos amigos, nos permitimos usar para com eles de olhares agressivos, de palavras rudes.
Ou então, usamos os nossos amigos para a lamentação constante. Todos os dias, em todos os momentos em que nos encontramos, seja para um lanche, um passeio, uma ida ao teatro ou ao cinema, lá estamos nós, usando os ouvidos dos nossos amigos como lixeira.
É isso mesmo. Despejando neles toda a lama da nossa amargura, das nossas queixas, das nossas reclamações. Quase sempre, produto da nossa forma pessimista de ver a vida. Sim, nossos amigos devem saber das dificuldades que nos alcançam para nos poderem ajudar. O que não quer dizer que devamos estragar todos os momentos de encontro, de troca de afetos, com os nossos pedidos, a nossa tristeza.
Os amigos também têm suas dificuldades e para nos alegrar, procuram esquecê-las e vêm, com sua presença, colocar flores na nossa estrada árida. Outras vezes, nos permitimos usar nossos amigos para brincadeiras tolas, até de mau gosto. Acreditando que eles, por serem nossos amigos, devem suportar tudo. E quase sempre nos tornamos inconvenientes e os machucamos.
Por isso, a melhor fórmula para fazer e manter amigos é usar a gentileza, a simpatia, a doçura no trato com as pessoas.
Lembremos que a amizade, como o amor, necessita ser alimentada como as plantas do nosso jardim. Por isso a amizade necessita, para se manter da terra fofa da bondade, do sol do afeto, da chuva da generosidade, da brisa leve dos pequenos gestos de todos os dias.
Usa a cortesia nos teus movimentos e ações, gerando simpatia e amizade.
Podes começar no teu ambiente de trabalho. Os que trabalham contigo merecem a tua consideração e o teu respeito.
Torna-os teus amigos. Por isso, no trato com eles, usa as expressões: por favor, muito obrigado.
Lembra-te de dizer bom dia, com um sorriso, desejando de verdade que eles todos tenham um bom dia.
Observa e ajuda quanto puderes, gerando clima de simpatia.
Sê amigo de todos e espalha o perfume da amizade por onde vás e onde estejas.
Aborrecimentos
Nada mais comum nas atividades terrenas do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Nada mais corriqueiro entre os indivíduos humanos.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de "pavio curto", libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que alteie a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos e matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com Deus, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos abençoados com Jesus Cristo e com Seus prepostos.
Assim, observe-se mais; conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se mais por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Aproxime-se um pouco mais dos Benfeitores Espirituais que o amparam.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas conseqüências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, por educar-se, será secundado pela ajuda de luminosos Imortais que estão, em todo tempo, investindo no seu progresso, para que, pouco a pouco, mas sempre, você se cresça e se ilumine, fazendo-se vitorioso cooperador com Deus, tendo-se superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de perene formosura.

Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: "fui o mais forte."

A ação de Deus
Linda era uma modelo famosa. Requisitada e disputada, conseguia contratos milionários. Apesar do dinheiro, da fama e da beleza, ela não era feliz.
Sentia um imenso vazio por dentro. Sofria de pavor, ansiedade e insônia. Pensou em tomar medicamentos. Alguns amigos aprovaram, outros não.
Ela decidiu procurar outras terapias. Assinou contratos que jamais havia sonhado. Trabalhava muito, mas continuava atormentada.
Um dia, pela manhã, indo de carro para o trabalho, pelo caminho costumeiro, o trânsito parou. Um guarda estava desviando todo o trânsito para uma ruazinha estreita, porque um encanamento havia rompido na avenida principal.
Dirigindo lentamente pela rua desconhecida, ela passou em frente a uma igreja. Um cartaz, escrito à mão, dizia: "Sem Deus não há paz. Conheça Deus, conheça a paz. Todos são bem-vindos".
Ela achou estranho e seguiu em frente. No dia seguinte, fazendo o mesmo trajeto, o trânsito parou. Um incêndio em uma loja fez com que, outra vez, o trânsito fosse desviado por aquela mesma ruazinha.
"De novo!", pensou Linda. E passou outra vez pela igreja. Lá estava o cartaz, que agora lhe pareceu atraente.
De dentro do carro, espiou o interior da igreja.
No terceiro dia, ela pensou em mudar de trajeto. Mas achou que estava sendo muito boba. Afinal, qual era a probabilidade de, em três dias seguidos, acontecer o desvio do trânsito, no mesmo local?
"Vai ser um teste", pensou. "Se acontecer alguma coisa e o trânsito for desviado, vou ter certeza de que é um sinal".
Quando ela chegou na avenida, lá estavam os policiais outra vez. "Um grande acidente", explicou um dos policiais, desviando o trânsito, para a já conhecida ruazinha.
"É demais", falou Linda, consigo mesma. Estacionou o carro e entrou na igreja. Lá dentro, havia apenas um padre. Ele ergueu os olhos, olhou para ela com um sorriso e perguntou:
"Por que demorou tanto?" - Ele havia visto o carro de Linda passar ali nos três dias. Eles conversaram muito e como resultado, Linda passou a freqüentar a pequena igreja.
Encontrou a paz e a serenidade que estava esperando. Exatamente como dizia o cartaz. Ela precisava de Deus na sua vida. E, sem dúvida, fora Deus que providenciara para que, de alguma forma, entendesse que ela precisava voltar-se para Ele, alimentar o seu espírito com a fé, a esperança e o amor.
A Providência Divina sempre se faz presente em nossas vidas. Ocorre que, nem sempre, estamos de olhos e ouvidos atentos para perceber e entender.
Filhos bem-amados do Criador, não podemos esquecer de buscar o amparo desse Pai amoroso e bom, para que Nele encontremos o nosso refúgio seguro.
Muitos O procuram nas igrejas, nos templos. Outros, nos livros. Alguns tentam o coração do próximo para ver se ali descobrem Deus.
Em verdade, muitos são os caminhos, mas o encontro verdadeiro se dá portas adentro do nosso coração.
Sabedoria
Conta-se que num país longínquo, há muitos séculos, um rei se sentiu intrigado com algumas questões. Desejando ter respostas para elas, resolveu estabelecer um concurso do qual todas as pessoas do reino poderiam participar.
O prêmio seria uma enorme quantia em ouro, pedras preciosas, além de títulos de nobreza.
Seria premiado com tudo isto quem conseguisse responder a três questões: qual é o lugar mais importante do mundo? Qual é a tarefa mais importante do mundo? Quem é o homem mais importante do mundo?
Sábios e ignorantes, ricos e pobres, crianças, jovens e adultos se apresentaram, tentando responder as três perguntas.
Para desconsolo do rei, nenhum deles deu uma resposta que o satisfizesse.
Em todo o território um único homem não se apresentou para tentar responder os questionamentos. Era alguém considerado sábio, mas a quem não importavam as fortunas nem as honrarias da terra.
O rei convocou esse homem para vir à sua presença e tentar responder suas indagações. E o velho sábio respondeu a todas:
- O lugar mais importante do mundo é aquele onde você está. O lugar onde você mora, vive, cresce, trabalha e atua é o mais importante do mundo. É ali que você deve ser útil, prestativo e amigo, porque este é o seu lugar.
- A tarefa mais importante do mundo não é aquela que você desejaria executar, mas aquela que você deve fazer.
- Por isso, pode ser que o seu trabalho não seja o mais agradável e bem remunerado do mundo, mas é aquele que lhe permite o próprio sustento e da sua família. É aquele que lhe permite desenvolver as potencialidades que existem dentro de você. É aquele que lhe permite exercitar a paciência, a compreensão, a fraternidade.
- Se você não tem o que ama, importante que ame o que tem. A mínima tarefa é importante. Se você falhar, se se omitir, ninguém a executará em seu lugar, exatamente da forma e da maneira que você o faria.
E, finalmente, o homem mais importante do mundo é aquele que precisa de você, porque é ele que lhe possibilita a mais bela das virtudes: a caridade.
- A caridade é uma escada de luz. E o auxílio fraternal é oportunidade iluminativa. É a mais alta conquista que o homem poderá desejar.
O rei, ouvindo as respostas tão ponderadas e bem fundamentadas, aplaudiu, agradecido.
Para sua própria felicidade, descobrira um sentido para a sua vida, uma razão de ser para os seus últimos anos sobre a Terra.
Muitas vezes pensamos em como seria bom se tivéssemos nascido em um país com menos inflação, com menos miséria, sem taxas tão altas de desemprego, gozando de melhores oportunidades.
Outras vezes nos queixamos do trabalho que executamos todos os dias, das tarefas que temos, por acha-las muito ínfimas, sem importância.
Desejamos que determinadas pessoas, importantes, de evidência social ou financeira pudessem estar ao nosso lado para nos abrir caminhos.
Contudo, tenhamos certeza: estamos no lugar certo, na época correta, com as melhores oportunidades, com as pessoas que necessitamos a nossa evolução.
Pense nisso. Mas, pense agora.
A sabedoria do samurai
Conta-se que, perto de Tóquio, capital da Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
A sua tarefa
Deus dotou os Espíritos do princípio de todos os dons.
Entretanto, os criou em estado de simplicidade e ignorância.
Cada um deve desenvolver a própria potencialidade, por seu mérito e esforço.
Nesse processo de aprendizado, a Terra funciona como um educandário.
Os Espíritos que se situam em determinada faixa evolutiva nela encarnam para terem as experiências de que necessitam.
A vida humana não é feita de acasos.
A família em que se nasce, o meio social em que se vive, certas experiências marcantes, tudo isso é planejado.
Antes de encarnar, o Espírito é auxiliado a perceber suas dificuldades e se dispõe a enfrentá-las.
Ele verifica as áreas em que necessita burilar-se e programa a próxima existência terrena.
Assim, quem se deixou tomar pelo orgulho encaminha-se para uma vida obscura.
Aquele que chafurdou na promiscuidade enfrenta bloqueios e complexos na área da sexualidade.
O rico avarento do passado programa viver a experiência da pobreza.
O mau patrão retempera-se na condição de modesto e sofrido empregado.
Quem não amparou devidamente seus filhos pede para viver na condição de órfão.
Outros ressurgem em posições de destaque, a fim de se dedicarem à causa do bem.
Tentados por facilidades e distrações, necessitam encontrar forças para utilizar seus recursos em favor do próximo.
A beleza, o poder e a fortuna são provas difíceis, pois frequentemente instigam o orgulho e o egoísmo.
Muitos fracassam quando passam por tais experiências.
Mas a realidade é que a vida terrena destina-se a promover o aprimoramento do caráter e do intelecto.
Ela é fruto de um sério planejamento.
Entretanto, nem tudo está pré-determinado.
O livre-arbítrio é preservado e cada um responde pelas resoluções que toma e pelos atos que pratica.
Do mesmo modo, nem todas as ocorrências são antecipadamente previstas.
As pessoas com quem se convive não são necessariamente partícipes de um passado co
Alguns problemas, dores, desgostos e enfermidades são inerentes ao viver terreno.
A maioria dos desconfortos e transtornos são frutos de imprevidência atual.
Quem se permite atitudes antipáticas e rudes transforma meros conhecidos em desafetos.
O certo é que o Espírito é inserido em dado contexto, no qual se defronta com situações que precisa resolver.
Frequentemente, uma criatura inveja a sorte de outra.
Os problemas alheios sempre parecem de fácil solução.
As dores dos outros nunca se afiguram muito graves para o observador.
Mas cada qual vive o que necessita.
As próprias tarefas são difíceis porque correspondem a áreas de dificuldade.
Para seguir adiante, é necessário fazer a lição do momento.  
Assim, pare de se debater com as exigências de sua vida.
Não procure fugir de seus problemas e aflições.
Dedique-se antes a resolvê-los, a fim de libertar-se deles.
Se a vida lhe pede paciência em face de situações inelutáveis, seja paciente.
Perante um familiar ou um chefe difícil, exercite a tolerância.
Comporte-se como um estudante que deseja passar de ano.
Cesse as reclamações e faça a lição.
Pelas dificuldades que você enfrenta, pode perceber quais são suas deficiências evolutivas.
Empenhe-se firmemente em burilar o seu caráter.
Adote um patamar nobre de conduta e jamais se afaste dele.
Você nasceu para amealhar virtudes, para ser digno e bondoso.
Essa é a sua tarefa.
Pense nisso.
A semente e a fruta
A natureza sempre nos oferece grandes e belos ensinamentos, basta que prestemos atenção nos mínimos detalhes.
É o caso, por exemplo, da semente de do fruto.
E, quando falamos em semente e fruto, logo nos vem à mente a germinação das sementes de trigo, milho, feijão entre outras.
Mas não são só essas sementes que nascem e frutificam. As sementes do bem e do mal que espalhamos germinam também com toda certeza e precisão.
Há sementes de germinação rápida, como a da couve, por exemplo, e há outras de germinação lenta, como a do carvalho.
Todas, porém, nascem, crescem e dão fruto em seu devido tempo.
O mesmo acontece com a sementeira do bem e do mal. Algumas sementes nascem de pronto, outras são de germinação tardia.
A terra não guarda nenhuma semente viva em seu seio: todas as que ali são lançadas dali surgem com seus respectivos frutos.
Fenômeno semelhante ocorre no terreno espiritual: o bem ou o mal, a verdade ou a mentira, o amor ou o desamor, a justiça ou a injustiça, uma vez semeadas, nascerão fatalmente e darão frutos conforme suas respectivas espécies.
Jesus, o grande Sábio da humanidade, ensinou-nos essas coisas quando falou que uma árvore boa não dá frutos maus e uma árvore má não pode dar bons frutos.
E ainda afirmou que não se colhem figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos".
Tudo isso quer dizer que o que semeamos hoje, colheremos logo mais, assim como a colheita de hoje resulta do plantio feito no passado, que pode ser próximo ou remoto.
É por essa razão que são necessárias várias existências para plantar e colher, preparar o solo e semear novas sementes.
E essa lei de causa e efeito, ou de ação e reação, tem por finalidade o progresso intelectual e moral do homem.
Quando colhemos os frutos amargos das semeaduras infelizes, aprendemos a selecionar melhor as sementes para os plantios futuros, e é isso que Deus espera de cada filho seu.
Dessa forma, de existência em existência vamos aperfeiçoando nosso campo íntimo, arrancando as ervas daninhas e cultivando a erva boa das virtudes.
Portanto, pela semeadura de hoje podemos precisar como será nossa colheita futura.
Assim como não devemos lançar a culpa em ninguém pela colheita que estamos fazendo hoje, por sermos os únicos responsáveis por ela.
Afinal, foi o próprio cristo que assegurou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
Tratemos, pois, de tomar os devidos cuidados com as sementes que estamos lançando no solo nos dias atuais.
Pense nisso!
Jesus, muitas vezes ensinou por parábolas. Vale a pena retirar delas as lições para as nossas vidas.
Certa vez Ele falou que o homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, porque a boca fala daquilo de que o coração está cheio".
Essas poucas palavras do Mestre já nos dão muito material para reflexões.
Pensemos nisso!
A solidão
Há dias em que sentimos com mais intensidade o fardo da solidão.
À medida que nos elevamos, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentamos a solidão dos cimos e profunda tristeza nos dilacera a alma sensível.
Onde se encontram os que sorriam conosco no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que nos buscavam o aconchego nas horas de fantasia?
Onde se acolhem quantos nos partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras felizes do início?
Por certo, ficaram...
Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, à maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.
Em torno de nós, a claridade, mas também o silêncio...
Dentro de nós, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não sermos compreendidos...
Nossa voz grita sem eco e o nosso anseio se alonga em vão.
Entretanto, se realmente subimos, que ouvidos nos poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os nossos ideais de altura?
Choramos, indagamos e sofremos...
Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
Não nos cansemos de aprender a ciência da elevação.
Lembremo-nos do Senhor Jesus que escalou o Calvário, com a cruz aos ombros feridos. Ninguém O seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.
Não relacionemos os bens que, porventura, já houvermos espalhado.
Confiemos no infinito bem que nos aguarda.
Não esperemos pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento.
E não nos esqueçamos que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo da Humanidade não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
O sacrifício na cruz é a mais bela lição de resignação que o Mestre nos legou.
Sem nenhuma imposição conclamou-nos: Quem quiser vir após Mim, tome a sua cruz, negue a si mesmo e siga-Me.
O que equivale a dizer que tomemos a cruz dos nossos sofrimentos com abnegação, e escalemos a montanha da ascensão espiritual, confiantes Naquele que nos fez o convite.
E, embora com os pés sangrando, ao chegarmos no topo do monte, depararemos com a planície florida e a estrada iluminada que nos conduzirá ao Mestre.
Recordemo-Lo portanto, e sigamo-Lo...
Se não temos conosco as marcas do testemunho pela responsabilidade, pelo trabalho, pelo sacrifício ou pelo aprimoramento íntimo, é possível que amemos profundamente a Jesus, mas é quase certo que ainda não nos colocamos, junto Dele, na jornada redentora.
Abençoemos, pois, a nossa cruz e sigamo-Lo, sem temor, buscando a vitória do amor e a felicidade eterna.
O sábio e o pássaro
Conta-se que certa vez, um homem muito maldoso resolveu pregar uma peça em um mestre, famoso por sua sabedoria.
Preparou uma armadilha infalível, como somente os maus podem conceber.
Tomou de um pássaro e o segurou nas mãos, imaginando que iria até o idoso e experiente mestre, formulando-lhe a seguinte pergunta: "mestre, o passarinho que trago nas mãos está vivo ou morto?"
Naturalmente, se o mestre respondesse que estava vivo, ele o esmagaria em sua mão, mostrando o pequeno cadáver. Se a resposta fosse que o pássaro estava morto, ele abriria as mãos, libertando-o e permitindo que voasse, ganhando as alturas.
Qualquer que fosse a resposta, ele incorreria em erro aos olhos de todos que assistissem a cena.
Assim pensou. Assim fez.
Quando vários discípulos se encontravam ao redor do venerando senhor, ele se aproximou e formulou a pergunta fatal.
O sábio olhou profundamente o homem em seus olhos. Parecia desejar examinar o mais escondido de sua alma, depois respondeu, calmo e seguro: "o destino desse pássaro, meu filho, está em suas mãos."
A história pode nos sugerir vários aspectos. Podemos analisar a maldade humana, que não vacila em esmagar inocentes para alcançar os seus objetivos.
Podemos meditar na excelência da sabedoria, que se sobrepõe a qualquer ardil dos desonestos. Mas podemos sobretudo falar a respeito da destinação humana, ainda tão mal compreendida.
Normalmente, tudo se atribui a Deus, à Sua vontade: as doenças, a miséria, a ignorância, a desgraça...
Ora, se Deus é de infinito amor e bondade, conforme nos revelou Jesus, como conceber que Ele seja o promotor do infortúnio?
A vida nos é dada por Deus mas a qualidade de vida é fruto das ações humanas.
Se o mal impera, é porque os bons se omitem, de forma tímida, permitindo o avanço acintoso daquele.
A mão que liberta o homem da desgraça é a do seu semelhante, o mais próximo que se lhe situe.
Assim, o destino de nossa sociedade é o somatório de nossas ações.
Filhos de Deus, criados à Sua imagem e semelhança, exercitemos a vontade, moldando nossa destinação gloriosa, bem como influenciemos positivamente as vidas dos que nos cercam.
Você sabia?
Que é nosso dever fazer algo de bom pelo semelhante?
Que para uma sociedade sadia é indispensável a solidariedade?
E que solidariedade significa prestar ao semelhante todo o cuidado que gostaríamos de receber dele, caso fôssemos nós os necessitados?

O semeador
Dona Angélica era professora. Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima.
Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu comportamento, que parecia um tanto esquisito.
Os alunos da escola de primeiro grau tinham-na como uma pessoa muito estranha.
Eles observavam que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era meio fora do juízo.
Pela janela do trem, dona Angélica fazia acenos como se estivesse dizendo adeus a alguém invisível aos olhos de todos.
As crianças faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas.
Todos, inclusive os pais e demais professores achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.
Os anos se passavam e a situação continuava a mesma. Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.
Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.
Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.
Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.
Os alunos sentados na parte de trás sorriam maliciosamente, quando Alberto, seu aluno de dez anos, porque amava muito sua mestra, sentou-se ao seu lado e, com ternura, lhe perguntou:
Professora, por que você insiste em continuar com essas atitudes loucas?
Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.
Ora, professora - continuou ele, - você fica dando adeuses para os animais, abanando as mãos... Isso não é loucura?
A mestra amiga compreendeu e sorriu.
Sinceramente emocionada, chamou a atenção do aluno, dizendo:
Veja esta bolsa. - E apontou para a intimidade do objeto de couro forrado. Nota o que há aí dentro?
Sim. - Respondeu Alberto. Eu vejo que há algo aí, mas o que é, afinal?
A professora respondeu calmamente: É pólen de flores. São sementes miúdas...
Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola. A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.
Eu tive a ideia de a embelezar, semeando flores. Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela...
Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem.
Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida. Há flores de diversos matizes e suave perfume no ar, que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.
Na vida, todos somos semeadores...
Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos.
Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas.
Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal...
Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto...
O sentido da vida
Você já reparou como é difícil, algumas vezes, ter respostas para algumas dúvidas do dia a dia? Ter respostas para essas perguntas que nos surgem quando estamos na fila do supermercado, ou escovando os dentes ou parados no sinaleiro, dentro da condução?
Você já não teve dessas perguntas que, um dia, sem pedir licença, entram em nossa mente e ficam rodando, rodando, até que desistimos delas, ou as guardamos no fundo, bem no fundo do baú de nossa mente?
Quem de nós já não se perguntou por que nascemos em situações tão diferentes? E quanto às nossas capacidades, será que Deus nos criou assim tão diferentes uns dos outros?
E por que Ele permite haver uns na Terra com tanto e outros com tão pouco? Ou ainda, por que pessoas boas sofrem, passam por provas, por dificuldades, dores?
Se Deus é soberanamente bom e justo, se Deus é, na profunda síntese do Evangelista, amor, qual a razão disso tudo? Qual o sentido de todas essas coisas, aparentemente tão incoerentes?
Na verdade, quando essas perguntas nos surgem, é nossa intimidade buscando respostas para o sentido da vida. São perguntas que a Filosofia vem se fazendo desde há muito, e que refletem o anseio que cada um de nós traz na intimidade: Afinal, qual o sentido da vida? Por que estamos aqui?
Deus, ao nos matricular na escola da vida, deseja de nós que o aprendizado aconteça. Como todo pai ao matricular seu filho na escola, Ele espera que aprendamos a lição.
Nos bancos escolares, nos matriculamos para aprender a escrever, a manipular os números, a entender um pouco as leis da Física, da Química e de tantas outras ciências. E na escola da vida, o que temos que aprender?
Jesus, no Seu profundo entendimento das Leis de Deus, foi firme ao nos ensinar que o maior mandamento da Lei do Pai é o do amor.
Assim, podemos entender que, quando matriculados na escola da vida, na escola que Deus nos oferece, Ele espera de nós essa única lição: aprender a amar.
Dessa forma, todas as oportunidades que a vida nos oferece, são oportunidades para aprendermos a amar. Seja na situação financeira difícil, ou no físico comprometido, estão aí, para nós, as melhores lições para amar.
A doença que nos surge, de maneira inesperada, é o convite à resignação e fé. O chefe difícil, intempestuoso, nos convida à compreensão
O filho exigente é a oportunidade da paciência e do desvelo. O marido tirano, a esposa intransigente são os portadores do convite à humildade e compreensão.
A cada esquina, o que a vida nos oferece, seja da forma como ela nos oferece, sempre traz consigo oportunidade bendita do aprender a amar. Você já reparou nisso?
E o aprender a amar se faz no exercício diário desse sentimento, desdobrado nos inúmeros matizes que ele guarda em si, nas mais variadas virtudes que ele permite ser vivido.
Seja onde a vida nos colocar: no corpo doente, no lar carente, na família difícil, ali estará nossa melhor lição para amar.
Tenha sempre em mente que o maior sentido da vida é conseguir perceber e entender que ela guarda, em cada oportunidade, em cada desafio que nos oferece, bendita lição para aprender a conjugar o verbo amar.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Olha pra mim

OLHA  PARA  MIM
Olha pra mim, amor, olha pra mim;
Meus olhos andam doidos por te olhar!
Cega-me com o brilho de teus olhos
Que cego ando eu há muito por te amar.
O meu colo é arminho imaculado
Duma brancura casta que entontece;
Teu lindo belo corpo
Que em meus sonhos deita em meu colo, deita e adormece!
Tenho um manto real de negras trevas
Feito de fios brilhantes d'astros belos
Pisa o manto real de negras trevas
Faz alcatifa, oh faz, de meus cabelos!
Os meus braços são morenos como o linho
Quando os cerro de leve, docemente...
Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te
Os meus braços são brancos como o linho
Quando os cerro de leve, docemente...
Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te
Vem para mim, amor... Ai não despreze
A minha adoração de escravo louco!
Só te peço que deixes exalar
Meu último suspiro na tua boca!...
De quem te admira e te ama tanto.....

Seu diamante doido.........

Reflexão

Sol para alma

Muitas pessoas sofrem no nosso inverno por passarem dias sem ver o Sol. O turismo explora isto promovendo pacotes que levam milhares a lugares mais ensolarados. Sabemos que o Sol é muito importante na absorção de vitamina D, que por sua vez ajuda na fixação do cálcio nos ossos. Existe um outro tanto de benefícios resultantes da exposição ao Sol e todos devemos aproveitá-los. (Lembre-se que entre às 10:00 e às 16:00, os raios solares causam malefícios à pele. Sempre que se expuser ao Sol, independente do horário, use filtro solar adequado ao seu tipo de pele. Seu dermatologista pode lhe orientar melhor do que eu quanto a isto).

Existe também um tipo de depressão causada pela falta de Sol, chamada depressão de inverno. Desde que você não tenha sido diagnosticado com nenhum tipo de enfermidade devido a falta de Sol, gostaria de fazê-lo pensar um pouco. Se você depende do clima para manter seu bom humor, então o clima de seu mundo interior será tão instável quanto o de fora. A missionária Johnie Younder contou que ela era assim durante sua adolescência. Acordava de manhã e a primeira coisa que fazia era olhar pela janela. Se o dia estava bonito, ela ficava contente; se estava cinzento, ela ficava desanimada.

Um dia, lendo o Salmo 84, ela entendeu que precisava de Jesus, que é "nosso sol e escudo" (verso 11). Ela ajoelhou-se ao lado de sua cama, pediu-lhe perdão por seus pecados e lhe entregou sua vida. Na manhã seguinte ela esqueceu de olhar pela janela para ver como o tempo estava. Agora isso simplesmente não importava, porque o "Sol da Justiça" (Malaquias 4:2) havia nascido em seu coração e sua fonte instável de alegria havia sido substituída por Ele próprio, Jesus.

Desde então ela testemunha que mesmo em tempos de escuridão, Deus tem sido seu constante "sol e escudo" (Salmo 84:11). Ela ainda prefere dias ensolarados (e eu também), mas não é mais adoradora do sol. Ela adora o Filho de Deus, que brilha dentro dela, independentemente do clima de fora.

Em que grupo você se encaixa?

Meu Senhor, é radiante o Brilho Me transforma de glória em glória Faze-me ver verdadeira vitória Brilha Jesus!

Reflexões

A Impontualidade do amor

Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar.

Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.

Triiiiiiiiiiiimmm!

É sua mãe...

Quem mais poderia ser?

Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada.

Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver.

Por que o amor nunca chega na hora certa?

Agora, por exemplo... ... que você está de banho tomado e camisa jeans.

Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema.

Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina.

Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos Outros, sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio uma locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida.

O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.

O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste.

Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro.

Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole.

O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

A primeira lição está dada: ... o amor é onipresente. Agora a segunda: ...

mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. O amor odeia clichês.

Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde... depois de uma discussão e... as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. ...

Idealizar é sofrer !

Amar é surpreender !

(Martha Medeiros)



SE ALGUÉM TE PROCURAR...


Com frio... É porque você tem o cobertor.

Com alegria... É porque você tem o sorriso.

Com lágrimas... É porque você tem o lenço.

Com versos... É porque você tem a música.

Com dor... É porque você tem o curativo.

Com palavras... É porque você tem a audição.

Com fome... É porque você tem o alimento.

Com beijos... É porque você tem o mel.

Com dúvidas... É porque você tem o caminho.

Com orquestras... É porque você tem a festa.

Com desânimo... É porque você tem o estimulo.

Com fantasias... É porque você tem a realidade.

Com desespero... É porque você tem a Serenidade.

Com entusiasmo... É porque você tem o brilho.

Com segredos... É porque você tem a cumplicidade.

Com tumulto... É porque você tem a calma.

Com confiança... É porque você tem a força.

Com medo... É porque você tem o AMOR!!!

(desconheço a autoria)

Ninguém chega até VOCÊ por acaso, Em "TUDO" há propósito...

Inclusive em você estar lendo aqui, agora.


"Você pode até não ser ninguém para este mundo,
mas é o mundo para alguém . .


O Princípio do Equilíbrio

Desrespeite-o e você sofre.

Para Aplicação em todos os aspectos da sua vida.

Você já deve ter ouvido falar de pessoas que têm problemas com excesso de trabalho.

Ou daqueles que têm problemas familiares ou de relacionamento.

Talvez seja você mesmo que no momento esteja com alguma dificuldade relacionada ao corpo, à namorada ou namorado, ao cônjuge, à escola, ao trabalho.

Pode ser que também já tenha visto casas ou quartos mal cuidados. Ou carros. Ou ainda pessoas com aparência desleixada e maltratada.

Boa parte desses problemas tem sua origem na não-observação de um princípio universal: o Equilíbrio.

É princípio porque é uma lei, uma diretriz que regula e orienta comportamentos e decisões. É universal porque se aplica a tudo.

O Princípio do Equilíbrio afirma que, onde quer que várias partes formem um todo (um sistema), devemos prestar atenção e nos dedicar a cada parte, sob pena de que tanto as partes não atendidas quanto o todo sofram ou tenham problemas por isso.

Por exemplo, se você estuda e tem 7 disciplinas e não se dedica devidamente a todas, isto irá afetar as disciplinas negligenciadas e todo o curso que está fazendo.

Se você tem 2 filhos e dá mais atenção a um, o outro sofrerá por isso, seja no futuro próximo ou no longo prazo, e a família pode ser afetada pelo problema.

Ainda na família, há interesses que são de seus membros e outros da família em si. A tentativa de fazer prevalecer interesses individuais em detrimento dos familiares pode provocar desavenças e brigas.

Se somente o interesse familiar predominar, os membros podem ser prejudicados. Entre marido e mulher, requerem equilíbrio fatores variados, como a distância (nem próximos nem distantes demais) e a possessividade.

Como ser humano, você tem corpo, mente e espírito. Se você se dedicar muito ao corpo e ao espírito, esquecendo a mente, será forte, integrado e irá se dedicar a outras pessoas, mas com poucos conhecimentos e outros recursos racionais. Sua nutrição requer alimentos, ar e prazer (fique sem para ver). A alimentação por si requer variação para ser equilibrada.

Mesmo o desenvolvimento do corpo requer equilíbrio.

Se você for para a academia e fizer peso para um só braço, ou desenvolver mais a parte muscular em detrimento da aeróbica, pode imaginar o que vai acontecer.

No nível mental, uma pessoa pode se desequilibrar dedicando mais atenção ao passado, às lembranças, e esquecer os planos. Pode ficar sonhando com futuros ou preocupando-se, e esquecer sua experiência.

Ou pode ainda planejar e lembrar-se, esquecendo-se de estar no presente e usufruir das coisas boas que conquistou. E as pessoas que parecem que tomam decisões baseadas somente em emoçôes?

Ou aquelas que parecem que são lógica pura? Tem também aquelas que só agem por necessidade, quando é preciso, enquanto que outras sabem temperar devidamente o "tenho que" com o "quero".

O desequilíbrio, como você pode ver, pode ocorrer em todos os níveis, do mais genérico ao mais específico, e portanto é crítico que saibamos lidar com eles, o que não é necessariamente complicado.

Observando o Princípio do Equilíbrio

Como se faz para observar o Princípio do Equilíbrio?

A base disso é simples: identificar as áreas de sua vida, verificar quais estão equilibradas e quais estão desequilibradas, para estas definindo objetivos e ações. Se forem várias, cabe também uma priorização: mais importantes primeiro.

No nível pessoal, isto pode incluir uma atividade física, um curso ou treinamento de vez em quando e 10 minutos de meditação, por exemplo.

No nível de relacionamento em geral, pode significar cuidar melhor de alguém ou tomar a iniciativa de fazer um contato. Na área familiar, pode ser uma simples decisão de estar com alguém por alguns minutos.

As ações que mantém o equilíbrio podem ser muito simples. Alguns contextos, como o de tomada de decisão, podem requerer auto-conhecimento e auto-exploração, antes da elaboração (e devida prática) de alternativas.

O equilíbrio muitas vezes resulta do cultivo e prática de certos valores, como coooperação, perdão e até hábitos perceptivos.

Na etiqueta chinesa, conforme me foi apresentada, há uma tradição de cada um manter a xícara do outro cheia de chá. Isto faz com que as pessoas, além de praticar o cuidar, também treinem o hábito de olhar de vez em quando para o ambiente e para o outro, ao invés de manter a atenção exclusivamente em si: "Ai, que fome!"

Você já deve ter notado que o Princípio do Equilíbrio abrange múltiplas dimensões da nossa existência, e portanto não pode ser ignorado.

Ignore-o e alguém vai acabar sofrendo, seja você ou alguém próximo a você. Deve ser por isso que recebemos um ensinamento que tem o equilíbrio como eixo: "Amai ao próximo como a ti mesmo".

Contextos de aplicação

A seguir, uma lista de sistemas e situações em que você pode aplicar o Princípio do Equilíbrio, incluindo as já mencionadas.

Pessoal

- Corpo, mente, espírito

- Aparência e conteúdo

- Físico, racional e emocional

- Cabeça, tronco, membros

- Passado (lembranças), presente (sensações, emoções) e futuro (planos)

- Nutrição (alimentos, ar, prazer)

- Alimentação (proteínas, carboidratos, etc.)

- Avaliação de qualidades e defeitos Escola

- Dedicação às disciplinas (aluno ou professor)

- Participação em grupos de trabalho

Familiar

- Pais em relação a cada filho

- Trabalho, família, si mesmo

- Marido, esposa e filhos

- Dedicação à casa e ao prédio ou condomínio

Trabalho

- Liderança: Pessoas, Objetivos, Recursos

- Produção, capacitação, descanso

- Reuniões: oportunidades de fala; informação, deliberação e decisão

- Relacionamento com chefes, colegas e outras pessoas

- Necessidades pessoais e do trabalho

Social

- Cuidados pessoais, com os outros e com o ambiente

- Contribuição para o bairro, a cidade, o país

Outros

- Para um site, equilíbrio na dedicação ao design, à estrutura, ao conteúdo, à divulgação, interatividade e outros aspectos.

- Correio eletrônico e computador em geral: uso, atualização, manutenção (Ah, aquelas 300 mensagens na caixa de saída...)

- Veículos: uso, manutenção, prevenção

- Cozinha: tempero na dose certa!

Conclusão

Uma senhora foi visitar parentes com um recém-nascido. Ao entrar na casa, estavam os pais, o bebê e a filha mais velha, de 4 anos.

A senhora cumprimentou os pais e, ignorando o bebê no colo da mãe, foi saudar a menina, para só então dedicar sua atenção ao bebê.

Em uma situação de desequilíbrio "natural", em que todas as atenções se voltam para o novo, essa senhora foi capaz de preservar o equilíbrio em relação à menina, o que considero um comportamento de grande sabedoria.

E quem quer um pouco mais de sabedoria e seus benefícios deve ter, com certeza, como parte do seu cotidiano, a intenção da busca por aquele pouco mais de equilíbrio, em cada momento e em cada dimensão importante da vida.


Valor aos Humildes
Durante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário.

Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última:

"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?".

Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.

Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?

Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.

"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.

Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".

Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Obs.: Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o respeito ao próximo e o valor que você dá aos humildes.

Autor descoValor aos Humildes

Durante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário.

Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última:

"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?".

Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.

Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?

Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.

"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.

Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".

Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

Obs.: Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o respeito ao próximo e o valor que você dá aos humildes.


Uma Reflexão
Um homem sussurrou:

- Deus, fale comigo.

E um rouxinol começou a cantar.

Mas o homem não ouviu.


Então o homem repetiu:

-- Deus, fale comigo!

E um trovão ecoou nos céus.

Mas o homem foi incapaz de ouvir...


O Homem olhou em volta e disse:

- Deus, deixe-me vê-lo.

E uma estrela brilhou no céu.

Mas homem não a notou.


O homem começou a gritar:

- Deus, mostre-me um milagre

E uma criança nasceu

Mas o homem não sentiu o pulsar da vida...


Então o homem começou a chorar e a se desesperar:

- Deus, toque-me e deixe-me sentir que você está aqui.

E uma borboleta pousou suavemente e em seu ombro.

O homem espantou a borboleta com a mão e, desiludido,

continuou o seu caminho...


...Será que nós estamos preparados para perceber que

nem sempre o caminho que esperamos encontrar é o que

buscamos?

Será que não conseguimos vislumbrar outros caminhos que

se nos apresentam no nosso caminhar pela vida,

endurecidos na desilusão de nossas expectativas?

Será que não conseguimos perceber que a felicidade está

presente em caminhos diversos, e quanto a vida é rica de

oportunidades e que Deus está presente em cada partícula

do Universo.

E mesmo assim ficamos cegos à sua presença porque sua

manifestação não é como a esperávamos?

Pensem nisso, amigos. E vamos em busca da felicidade,

que se encontra, quem sabe, onde menos a esperamos:

DENTRO DE NÓS MESMOS...


PERMITA QUE DEUS FAÇA MORADA
EM SEU CORAÇÃO E EM SUA VIDA ! ELE TE AMA......
Viver o Presente

Um amigo do viajante resolveu passar algumas semanas num mosteiro do Nepal.

Certa tarde, entrou num dos muitos templos do mosteiro, e encontrou um monge, sorrindo, sentado no altar.
- Por que o senhor sorri ? - perguntou ao monge.
- Porque entendo o significado das bananas - disse o monge, abrindo a bolsa que carregava, e tirando uma banana podre de dentro.


- Esta é a vida que passou e não foi aproveitada no momento certo, agora é tarde demais.
Em seguida, tirou da bolsa uma banana ainda verde.
Mostrou-a e tornou a guardá-la.
- Esta é a vida que ainda não aconteceu, é preciso esperar o momento certo
- disse.


Finalmente, tirou uma banana madura, descascou-a, e dividiu-a com meu amigo, dizendo :
- Este é o momento presente.
Saiba vivê-lo sem medo.

Autor desconhecido
As estrelas e os cometas

Existem pessoas Estrelas e pessoas Cometas.

Os Cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.

As Estrelas permanecem. Assim como o Sol. Passam anos, milhões de anos, e as Estrelas permanecem.


Há muita gente Cometa. Gente que passa pela nossa vida apenas por instantes.

Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.

Gente sem amigos, gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.

Importante é ser Estrela. Estar junto. Ser luz, calor, ser vida.

Amigo é Estrela. Podem passar anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração. O coração não quer enamorar-se de Cometas, aqueles que apenas atraem olhares passageiros.

Ser cometa é ser companheiro por instantes, explorar os sentimentos humanos, ser aproveitador das pessoas e das situações.

Solidão é resultado de uma vida cometa. Ninguém fica, todos passam.
Há necessidade de se criar um mundo de Estrelas.

Para podermos contar com elas, senti-las como luz e calor.

Assim são os amigos, Estrelas na vida da gente. São aragem nos momentos de tensão e luz nos momentos de desânimo.

Ser Estrela nesse mundo passageiro, nesse mundo cheio de pessoas Cometas, é um desafio.

Mas acima de tudo, uma recompensa. Recompensa de ter sido luz para muitos amigos, calor para muitos corações e acima de tudo, saber que nascemos e vivemos, e não somente existimos.

Autor desconhecido

Os três conselhos

Um casal de jovens recém casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez uma proposta à esposa:

- Querida eu vou sair de casa e vou viajar para bem distante, arrumar um emprego e trabalhar até que eu tenha condições de voltar e dar a você uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe de casa, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim que eu serei fiel a você.

Assim sendo o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudar em sua fazenda.

Ele se ofereceu para trabalhar, e foi aceito. Sendo assim, le propôs um pacto ao patrão:

- Patrão eu peço só uma coisa para o Senhor.

Deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que eu devo ir embora o Senhor me dispensa das minhas obrigações.

Não quero receber o meu salário.

Quero que o Senhor o coloque na poupança até o dia que eu sair daqui. No dia em que eu sair o Senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.

Tudo combinado, aquele jovem trabalhou muito, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos ele chegou para o seu patrão e lhe disse:

- Patrão eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.
O patrão então lhe disse:
- Tudo bem, nós fizemos um pacto e eu vou cumprir, só que antes eu quero lhe fazer uma proposta. Curioso ele pregunta qual a proposta e seu patrão lhe diz:
- Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos não lhe dou o dinheiro.
Vai pro seu quarto, pensa e depois me dá a resposta.

O rapaz pensou durante dois dias depois procurou o patrão e lhe disse:
- Eu quero os três conselhos.
- Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
- Eu quero os conselhos.

O patrão então lhe falou:
1º  "Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e
desconhecidos podem custar a sua vida";
2º " Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal
pode ser mortal";
3º " Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode
se arrepender e ser tarde demais";

Após dar os três conselhos o patrão disse ao rapaz que já não era tão jovem assim:
- Aqui você tem três pães, dois são para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar em sua casa.

O rapaz  seguiu o seu caminho de volta para casa, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Andou durante o primeiro dia e encontrou um viajante que o cumprimentou e lhe perguntou:

- Pra onde você vai?

- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.

- Rapaz, esse caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez vezes menor e você vai chegar em poucos dias.

O rapaz ficou contente e começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho do seu patrão:

"Nunca tome atalhos em sua vida,

caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida".
Então voltou e seguiu o seu caminho. Dias depois ele soube que aquilo era uma emboscada.

Depois de alguns dias de viagem, achou uma pensão na beira da estrada onde pôde hospedar-se.  De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor e muito barulho. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para sair.

Quando lembrou do segundo conselho:

" Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal". Voltou, deitou-se e dormiu.

Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que sim

- Então por que não ver o que era,  não ficou curioso?

Ele disse que não. Então o hospedeiro lhe falou:

- Você é o único que sai vivo daqui,  um louco gritou durante a noite e quando os hóspede saia ele o matava.

O rapaz seguiu seu caminho e depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça da sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa.

O dia estava escurecendo, mas ele pode ver que a sua esposa não estava só.

Andou mais um pouco e viu que ela tinha sentado no colo de um homem a quem estava acariciando os cabelos.

Ao ver aquela cena o seu coração se encheu de ódio e amargura e ele decidiu matar os dois sem piedade.

Apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho: "Nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais". Então ele parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo. Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:

- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes eu quero dizer para a minha esposa que eu fui fiel a ela.

Dirigiu-se à porta da casa e bateu.

Ao abrir a  porta esposa  reconhece o seu marido e se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue, tamanha a felicidade dela. Então com lágrimas ele lhe diz:

- Eu fui fiel a você e você me traiu.

- Como? __ e ainda espantada diz_ Eu não lhe traí, o esperei durante esses vinte anos.

- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?

- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora eu descobri que estava grávida e hoje ele está com vinte anos de idade.

Então ele conheceu e abraçou seu filho, contou-lhes toda a sua história enquanto a esposa preparava o café e sentaram-se para tomar o café e comer o último pão.

Após a oração de agradecimento e lágrimas de emoção ele parte o pão, e ao parti-lo, ali estava todo o seu dinheiro...!

Autor desconhecido
A PAZ
Era uma vez uma pequena cidade chamada Fraterna. Lá vivia o garoto Teo. Certa manhã, Teo despertou cedinho gritando para todo mundo ouvir, que havia tido um sonho e que descobrira qual a solução para os problemas dos homens.

Dizia ele que os problemas existiam porque os homens eram nervosos e assim não conseguiam resolver as questões mais comuns. A solução de todos os conflitos dependeria da calma dos homens.

E para que os homens tivessem calma, a fórmula era bem simples. E com Teo ela sempre funcionava.

Era assim: sempre que se exaltava um pouco ou ficava nervoso e irritado, olhava para o céu e fitava todo aquele azul(azul claro, é claro!) e logo sua paz voltava.


Daquela manhã em diante procurou convencer todo de que, se tudo fosse pintado de azul (azul claro, é claro!), os homens não mais brigariam, pois estariam sempre tranqüilos.


E para implantar sua idéia por toda a terra habitada, resolveu escrever uma carta para cada chefe das nações mais "importantes".


Pensava Teo que se eles aceitassem seu plano de pintar tudo de azul( azul claro, é claro!), todos os outros
paises iriam seguir o exemplo.
E a Paz no mundo certamente voltará!

E enviou as cartas.

Esperou por uma resposta às suas cartas ... e nada. Pensou então em escrever ao Presidente do nosso país. Sim afinal é o nosso país, falamos a mesma língua. Ele me da´ra atenção. Escreveu, portanto, uma nova a carta, recomendando que fosse feita uma lei, determinando que tudo no nosso país fosse pintado de azul( azul claro, é claro!).

Nosso país será exemplo para os paises mais "importantes" do mundo e eles serão exemplo para todo o mundo.


A Paz reinará na Terra afinal.
Teo esperou, esperou e... nada de resposta à sua carta. Pensou então que o nosso estado poderia servir de exemplo ao país e escreveu então uma carta ao Governador com a sua fórmula de Paz. Teo esperou, esperou, esperou e... nada de resposta à sua carta.


Pensou ainda: talvez seja mais fácil convencer o Prefeito da nossa cidade.


E escreveu assim uma última carta recomendando que tudo fosse pintado de azul (azul claro, é claro!)


Teo esperou, esperou, esperou e ... nanda de resposta à sua carta. Desanimado por ninguém dar atenção a um assunto tão importante como a Paz no mundo, Teo sentou-se à sombra de uma frondosa árvore defronte à sua casa, abaixou a cabeça e começou a chorar.


Chorou tanto que adormeceu ali.


Quando acordou, Teo olhou para sua casa do outro lado da rua. Que surpresa! Por incrível que pareça, só agora percebera, que ela era amarela! E já bem desbotada.


Levantou-se num pulo e gritou: "Isto depende de mim, de mais ninguém! Ela vai ser azul(azul claro, é claro!)


E Teo pintou e pintou. Dentro de pouco tempo a casinha já não era a mesma, parecia outra.


Estava renovada, remoçada, linda. Estava toda Azul.


Teo havia feito aquilo que dizia para os outros fazerem.


Ele estava feliz consigo mesmo.


Tinha dado início ao plano de tornar o mundo todo azul(azul claro,é claro). Sem que ninguém desse conta e sem que Teo percebesse, ele estava interferindo de uma forma muito positiva no mundo todo.


Sim, pois todos que por ali passavam, paravam, olhavam e se admiravam com a beleza da casa. E se passassem sisudos, irritados, dali partiam sorrindo. E muitas e muitas pessoas gostaram tanto daquela cor, que também pintaram suas casas.


Teo percebeu, afinal, que o mundo seria melhor se cada um fizesse tudo o que estivesse ao seu alcance fazer para viver em Paz, sem nenhuma imposição, lei ou ordem de governos.


Se todos dessem a sua contribuição, espalhasse o seu azul, tudo ficaria em Paz. Sua idéia, sem demora, pelo mundo se espalhou e se tornou tão real, que quando os astronautas vão para a lua, e de lá olham para Terra, atestam que o que se vê é uma linda esfera azul(azul claro, é claro!).

Azul da cor do céu.

Azul da cor da Paz.

Um azul, azul.

Azul claro, é claro!

Se você também sonha com um mundo melhor, onde as pessoas vivam em harmonia, onde o equilíbrio não seja só uma palavra, mas uma ação, então faça a sua parte. Leve a Paz com Você onde quer que vá.

E que todos os seus dias sejam de Paz.


Para que Gritar ?

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos :

"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.

"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado ?", questionou novamente o pensador.

"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar :

"Então não é possível falar-lhe em voz baixa ?"

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu :

"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido ?"

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas ?

Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê ?

Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

Seus corações se entendem.

É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo :

"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

Mahatma Gandhi


"A PORTA DO LADO" por Dráuzio Varella

Em entrevista dada pelo médico Dráuzio Varella, disse
ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em
relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê
certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos,
somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia
na vida da gente. É quando um vizinho estaciona o carro
muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga
do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente
entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da
sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o
que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados,
impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom
exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor,
e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito
parecida com a de seus amigos, mas não entende por que
eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá
errado para eles? Dá aos montes.

Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez
ou outra, não faz a menor diferença. O que não falta
neste mundo é gente que se acha o último biscoito do
pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que
nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o
pé, compram briga e não deixam barato.
Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por
ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do
caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a
maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos
assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail,
um pedido de desculpas, um deixar barato.
Eu ando deixando de graça, para ser sincero.
Vinte e quatro horas têm sido pouco para tudo
o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda
mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações
irritantes e gente idem, pilhas de pessoas que vão
atrasar meu dia. Então eu uso a "porta do lado" e vou
tratar do que é importante de fato. Eis a chave do
mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom
humor, a razão porque parece que tão pouca coisa na
vida dos outros dá errado.



A Dificuldade de agradar a todos

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.

Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.

O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.

Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.

Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:

Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.

Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais!

O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.

Pobre criatura! "Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.

Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:

Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim!

Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.

"Independente do que fazemos", disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.

Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".



A DIFERENÇA QUE FAZ A DIFERENÇA

Os desejos primários de todas pessoas são: ser felizes, progredir e ganhar mais dinheiro.

Uma forma efetiva de alcançar estes anseios é sendo ricos e prósperos.

Assim como há pessoas pobres e pessoas ricas, há países pobres e países ricos.

A diferença entre os países pobres e os ricos não é a sua antigüidade.

Fica demonstrado pelos casos de países como Índia e Egito, que tem mil de anos de antigüidade e são pobres.

Ao contrário, Austrália e Nova Zelândia, que há pouco mais de 150 anos eram quase desconhecidos, hoje são, todavia, países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre países pobres e ricos também não está nos recursos naturais de que dispõem, pois o Japão tem um território muito pequeno e 80% dele é montanhoso, ruim para a agricultura e criação de gado, porém é a segunda potência econômica mundial: seu território é como uma imensa fábrica flutuante que recebe matérias-primas de todo o mundo e os exporta transformados, também a todo o mundo, acumulando sua riqueza.

Por outro lado, temos uma Suíça sem oceano, que tem uma das maiores frotas náuticas do mundo; não tem cacau mas tem um dos melhores chocolates do mundo; em seus poucos quilômetros quadrados, cria ovelhas e cultiva o solo quatro meses por ano já que o resto é inverno, mas tem os produtos lácteos de melhor qualidade de toda a Europa. Igualmente ao Japão não tem recursos naturais,mas dá e exporta serviços, com qualidade muito dificilmente superável; é um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, que o converteu na caixa forte do Mundo.

Também não é a inteligência das pessoas a tal diferença, como o demonstram estudantes de países pobres que emigram aos países ricos e conseguem resultados excelentes em sua educação; outro exemplo são os executivos de países ricos que visitam nossas fábricas e ao falar com eles nos damos conta de que não há diferença intelectual.

Finalmente não podemos dizer que a raça faz a diferença, pois nos países centro-europeus ou nórdicos vemos como os chamados ociosos da América Latina (nós!!) ou da África, demonstram ser a força produtiva desses países.

O que é então que faz a diferença?


A ATITUDE DAS PESSOAS FAZ A DIFERENÇA.

Ao estudar a conduta das pessoas nos países ricos, se descobre que a maior parte da população cumpre as seguintes regras, cuja ordem pode ser discutida:

1. A moral como principio básico

2. A ordem e a limpeza

3. A integridade

4. A pontualidade

5. A responsabilidade

6. O desejo de superação

7. O respeito às leis e aos regulamentos

8. O respeito pelo direito dos demais

9. Seu amor ao trabalho

10. Seu esforço pela economia e investimento

Necessitamos de mais leis? Não seria suficiente cumprir e fazer cumprir estas 10 simples regras?

Nos países pobres, só uma mínima (quase nenhuma) parte da população segue estas regras em sua vida diária. Não somos pobres porque ao nosso país falte riquezas naturais, ou porque a natureza tenha sido cruel conosco, simplesmente por Nossa Atitude.

Nos falta caráter para cumprir estas premissas básicas de funcionamento das sociedades.



Trabalhe com inteligência
O que é difícil? O que é fácil? É apenas uma questão de percepção e atitude.

Seja qual for o trabalho a ser feito ou a tarefa a ser realizada, encare-os como um compromisso com a excelência.
Em geral, isso só requer um esforço um pouco maior do que você normalmente faria.

Quando você está fazendo apenas um trabalho, este pode ser tedioso e difícil.

No entanto quando você o faz com excelência, mesmo que o esforço seja maior, ele não parece tão difícil. De fato, o que com freqüência torna o trabalho difícil é a relutância em fazê-lo.

Quando você encara seu trabalho como uma oportunidade de alcançar a excelência, ele se torna mais do que apenas um trabalho.

Seja qual for a tarefa, ela é uma oportunidade para você se expressar e dar o seu melhor.

O fato é que existe trabalho a ser feito. E você tem uma escolha.

Você pode encará-lo como uma irritação, e se atormentar enquanto o faz, ou enxergá-lo como uma oportunidade de alcançar a excelência e sentir a satisfação de ter criado algo valioso.

Autor desconhecido


Bom Dia
Você chegou ao seu trabalho, ore e peça iluminação.
 isso chama-se reflexão.
Agora com tudo planejado comece a trabalhar.
 isso chama-se ação.
Acredite que tudo dará certo.
isso chama-se fé.

Faça tudo com alegria.
isso chama-se entusiasmo.

Dê o melhor de si.
isso chama-se perfeição.

Deus está com você.
isso chama-se amor.
Autor desconhecido.



O Caminho

Um dia, um bezerro precisou atravessar a floresta virgem para voltar a seu pasto.
Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas...
No dia seguinte, um cão que passava por ali, usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta.
Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.
Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho : entravam e saíam, viravam à direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praquejando, até com um pouco de razão...
Mas não faziam nada para mudar a trilha.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.
Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo, e posteriormente a avenida principal de uma cidade.
Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro... centenas de anos antes...
Os homens  tem a tendência de seguir como cegos por trilhas feitas por pessoas inexperientes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram.
Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único... Sem se atrever a mudá-lo.

Muitas vezes nos chamam de ousados, chatos,  metidos, etc. pois temos ousado por caminhos novos, pois quando nos falam que devemos seguir aquele caminho pois todos estão indo por ali e não sentimos paz no coração, buscamos a resposta do alto, os conselhos de Deus e através Dele, por Ele e com Ele à nossa frente seguimos novos desafios.


A VIDA

A vida é bela, é profunda, é imensa, mas também é dura, é um desafio, é um risco constante.

A vida é cheia de altos e baixos, é uma aventura real. 

Portanto devemos viver com toda prudência e sabedoria, sabendo enfrentar os bons e maus momentos com serenidade, confiando totalmente em Deus.

A vida por ser como é nos ensina lições a cada
momento.

Aprendamos então com as circunstâncias que enfrentamos em nosso dia-dia, sejam elas boas ou não.
Aprendamos a viver bem em em qualquer situação, pois esta é a maior das artes que existe.  


10 Dicas para ser amável...

1. Sorria Sempre e trate bem os outros.

2. trate as pessoas com educação.

3. não fale mal do próximo.

4. trate as pessoas com humildade.

5. trate os outros com Educação e respeito.

6. Respeite os mais velhos e mais necessitados..

7. se estiver estressado não desconte nos outros...

8. se machucou alguém com palavras peça desculpas.

9. não faça comentários negativos sobre ninguém.

10. se puder ajude o seu próximo, até palavras de ânimo em momentos dificeis ajuda muito.

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O Que você pode fazer para mudar o mundo

Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ...

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ...

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ...

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ...

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida...

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor ...


Não Acredito em barbeiros

Um homem foi ao barbeiro. E enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:

- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!

- Por quê?

- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!

- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?

- Sim, claro!

O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:

- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!

- Como?

- Não acredito. Pois se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!

- Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim!

Ao que o homem respondeu:

- Entendeu agora? ENVELHEÇO

Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical...

Envelheço quando o novo me assusta e minha mente insiste no comodismo...

Envelheço quando meu pensamento abandona a casa e retorna sem nada...

Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar...

Envelheço quando penso muito em mim mesmo e me esqueço dos outros...

Envelheço quando penso em ousar mas temo o preço da ousadia...

Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma...

Envelheço quando tenho chance de amar mas vence o medo de arriscar...

Envelheço quando paro de lutar...



Dicas para os que lideram pessoas
1.Comunique-se com as pessoas que você chefia ou supervisiona, deixando-as à vontade para expressar suas opiniões sem temores, e pergunte regularmente a cada uma delas:

– Como posso ajudá-lo a fazer melhor o seu trabalho? – Que problemas você tem que posso ajudar a resolver?

2. Procure certificar-se de que a pessoa entendeu o que você falou, sempre que explicar algo pergunte: – Fui claro?

3. Lembre-se de que não basta que a pessoa entenda. É preciso que ela acredite, participe e “vista a camisa”.

4. Mantenha-se informado, seja criativo e utilize todos os recursos que possam contribuir para maior eficácia da sua equipe.

5. Examine com os membros do seu grupo, regularmente, a eficácia de toda a organização.

6. Não faça seus colaboradores perderem tempo com diretrizes e exigências que servem apenas para satisfazer seus caprichos ou manias burocráticas.

O líder precisa saber administrar pessoas, esse é o diferencial. Ele deve ir até as pessoas. Dessa forma, ele estará fazendo com que sua equipe sinta-se mais participante e motivada. Isso aumenta a relação de confiança.

Em casa, no trabalho e em quaisquer circunstâncias, vale a pena cultivar o hábito de ir até as pessoas e procurar ouvi-las. Conhecê-las melhor, compreendê-las, compartilhar, interagir.

Caso não fique bem claro para o colaborador a importância do seu trabalho, isso pode levá-lo à frustração e a desmotivação.

Para enfrentar os desafios desta década, as organizações devem dar extraordinária atenção aos empregados, tanto quanto aos clientes externos.

Isso não é uma questão de ser bonzinho com os colaboradores.

Trata-se simplesmente do reconhecimento de que os seres humanos é que fazem ou destroem uma companhia.


Remorso ou Lamento?
1.É melhor fazer e se arrepender ou se arrepender do que fez? Qual a melhor escolha para as nossas decisões? Talvez tenhamos que conviver com as duas, ou melhor, não conviver com nenhuma delas. Inicialmente, com o suporte do dicionário, entenderemos o significado dos substantivos lamento e remorso.

O primeiro quer dizer lamentação interminável, que importuna e que a nada leva; queixume; queixa; ato de falar de modo triste; falação longa e fastidiosa em que são evocadas desgraças de toda sorte por alguém que deseja ver-se atendido naquilo que pede; choradeira; lengalenga; arenga .

O segundo quer dizer a flição; tormento de consciência por um ato mau que se praticou; revolta da consciência contra uma ação pecaminosa ou culpável; remordimento; arrependimento.

Por estas definições, fica claro que o melhor é fazer sem arrepender-se.

Conheço pessoas que dizem que só se arrependem do que não fizeram. Isto tem um fundo de verdade: o ato de executar nos leva à grandeza do aprendizado.

O fazer nos leva a aprender, a melhorar, a crescer. O fazer nos leva ao futuro enquanto as indecisões, os medos nos levam ao passado.

Como é mais fácil obtermos perdão do que permissão, não tenhamos medo de errar e se o erro acontecer, precisamos aprender com ele.

Somente não erre por omissão, pois este é um erro que nos leva em direção à lamentação.

A informática, além dos inúmeros benefícios que nos trouxe, também é responsável em transformar o erro em uma situação normal, muito diferente dos anos passado.

Os jogos eletrônicos permitiram ao jovem a decidir que jogada fazer e se errasse ganhava nova chance e neste mecanismo de tentativa e erro nossa juventude cresceu com esta mutação da nossa cultura.

E isto é muito bom, pois os jovens profissionais estão mais criativos e decidem mais; lamentam-se menos porque incorporaram esta boa pratica na sua vida profissional.

Vamos agora analisar um outro seleto grupo de pessoas: os empreendedores, que são a solução do emprego na maioria dos paises.

Estes arquitetos do fazer, do executar sonhos, são verdadeiros heróis, principalmente no nosso país, onde a carga tributária e a proteção exagerada aos funcionários chegam a inviabilizar e desestimular negócios.

E estes grandes executores, transformam sonhos em realidades. Tem na atitude, na perseverança, no comprometimento e no deixar um legado, competências maravilhosas.

Os mais bem sucedidos levam consigo uma outra competência que elimina o remorso, o planejamento. Esta é uma importante ferramenta para buscar informações para decidir o melhor caminho.

Os empreendedores que agem sem pensar, que só tem uma idéia, por oportunidade ou por necessidade, não otimizam e nem limitam seus recursos, não definem estratégias especificas e podem levar seu negócio ao fim, e ai o remorso aparecerá.

Nestes casos, é muito comum identificar erros primários e arrepender-se de não ter se dedicado mais tempo na analise do negócio ou do problema.

Porém, não há queixas quanto a terem feito o empreendimento, pois este leva a uma riqueza de conhecimentos, uma sensação de vitória futura, de responsabilidade social e desafios.

Fico feliz de analisar estatísticas de redução de mortalidade das pequenas e médias empresas. É um ótimo sinal que o empreendedor continua com a sua interminável chama acesa do fazer, que é inimigo mortal do remorso.

Agora começa a se preocupar com os estudos prévios, as analises mercadológicas, a profissionalização desde cedo da sua empresa, através de consultorias especializadas e, com isto, a lamentação cada vez terá menos espaço em nossas vidas e empresas.

É nosso dever deixar este Mundo melhor do que quando aqui chegamos, sem lamentações e remorsos. Pelo contrário, com ações concretas, com relacionamentos duradouros, com amizade e respeito aos nossos irmãos, com transmissão de nossa espiritualidade dentro de um corpo saudável.

Viva, viva intensamente a vida, se doe, cultive o conhecimento que é a nutrição da nossa mente e deixe um legado. A vida foi feita para ser vivida a cada momento com muita alegria e felicidade, sem remorsos nem lamentações.


A CONQUISTA DO SUCESSO
Por Regiane Moura Mendonça

Sucesso... O que é sucesso?

O sucesso é algo que não se ganha, ele é conquistado quando a sinceridade, humildade e perseverança mora dentro de nós.

No dicionário, temos como significado conclusão, resultado bom, acontecimento de grande êxito ou artista de grande popularidade. Mas sucesso é muito mais que isso.

Normalmente vemos a palavra sucesso ser muito associada à fama. Então apenas os famosos têm sucesso?

O sucesso também não é uma herança genética. Essa história de "filho de peixe, peixinho é" não é regra.

A interpretação de sucesso vai muito além de simples palavras e histórias.

Ninguém ganha sucesso. Ele é conquistado. E essa conquista é fruto de uma busca constante. A busca pelo sucesso deve vir de dentro da pessoa.

A conquista do sucesso é conseqüência de atos bem feitos. Pode ser em várias áreas, como pessoal e profissional, que são áreas onde a busca pelo sucesso é maior.

Ao se decidir buscar o sucesso, a primeira etapa já está ganha, pois isso já faz seus atos serem mais corretos e melhores.

Como tudo o que acontece atualmente, vemos pessoas conquistando o sucesso de forma ilícita. No entanto, esse sucesso é passageiro.

A pessoa que conquista o sucesso de forma natural, não faz sacrifícios. E quanto mais natural a busca, mais longo será seu sucesso.

Para iniciar essa busca, primeiramente é preciso definir seus princípios e objetivos. Então, se você quiser conquistar o sucesso, busque-o primeiro dentro de você, para depois mostrá-lo ao mundo!



É Necessário ser proativo
A cada dia mais as organizações precisam de líderes e têm o maior interesse em ver o desenvolvimento de seus colaboradores.

Portanto, compartilhe com a organização suas intenções e ambições. Corra atrás, vá e busque oportunidades de liderança, seja em equipes, em algum projeto, em família ou ainda na sua comunidade. Cada experiência lhe ajudará a crescer.

O importante é agir, não esperar que outro faça por você. Hoje, a velocidade das mudanças no mundo exige que profissionais e empresas assumam uma atitude de aprendizagem contínua a fim de manter a competitividade.

Desenvolva sua flexibilidade. Mostre que é flexível e está aberto às novas idéias fazendo o seguinte:

• Pense de maneira criativa em como o trabalho é organizado. Identifique em sua própria área as barreiras que reduzem o poder de tomar decisões que sua equipe possui.

Observe o que não está satisfazendo as outras pessoas na sua maneira de agir. Identifique em seus métodos atuais de trabalho as ineficiências e as atividades que não agregam valor.

• Torne-se aberto a novas idéias, evite rejeitá-las. Pense primeiro nas maneiras como uma idéia pode ser implementada, depois avalie seu mérito. Se você se pegar pensando “não é assim que fazemos as coisas aqui”, saiba que esse é um sinal para prosseguir em vez de parar.

Procure melhorar a sua criatividade e a de seus colaboradores. Como forma de estimular a criatividade incluímos algumas idéias dadas por Michael Michalko, autor do livro Thinkertoys:

• Faça reuniões de brainstorming;

• Melhore todos os dias;

• Pendure um edital de brainstorming;

• Promova uma “Loteria de Idéias”;

• Crie um Cantinho da Criatividade;

• Crie o Clube dos Campeões de Criatividade;

• Cobre ingressos criativos;

• Mude de ‘Sim, mas...’ para ‘Sim, e...’.

É muito importante se lembrar de agradecer a participação, mesmo que a idéia não seja implementada. Premie as melhores idéias e agradeça as outras – com isto você estará motivando as pessoas a pensarem criativamente e estará melhorando toda a organização.

Outras formas de ser proativo são:

• Comunique-se, comunique-se, comunique-se;

• Peça ajuda e encoraje o envolvimento;

• Conquiste a confiança;

• Faça planos de ações;

• Seja persistente;

• Estabeleça expectativas de desempenho;

• Ofereça apoio;

• Busque novas responsabilidades;

• Faça visitas a outras organizações;

• Inscreva-se em novos cursos;

• Torne-se um melhor treinador;

• Encontre novas maneiras de motivar a sua equipe, antes de deixar o trabalho, todos os dias;

• Tome a iniciativa.

Muitos líderes estão tão condicionados a pensar apenas sobre o que sua equipe precisa que negligenciam seu próprio desenvolvimento.

Não espere até que seu superior entregue a você um plano de desenvolvimento. O mais provável é que ele esteja tão ocupado com alguns aspectos das mudanças que acontecem todos os dias que não prepare um plano para o seu crescimento profissional. Você precisa tomar a iniciativa fazendo o seguinte:

• Assumindo a responsabilidade por coisas que seu chefe faz agora e que você gostaria de absorver;

• Aumentando sua experiência em uma área que você gosta.

• Aumentando seu alcance em áreas que tradicionalmente vem evitando. Se você é da área de marketing, pode começar a entender de custos, por exemplo;

• Liderando melhorias de processos interfuncionais;

• Liderando equipes virtuais;

• Gerando novas idéias que podem agregar um valor considerável para a organização ou seus clientes.

Você precisa descartar antigas idéias de que caso você trabalhe duro, não crie dificuldades e mantenha seu nariz grudado no trabalho, seu chefe irá recompensá-lo com tarefas cada vez mais importantes e promoções. Na organização de hoje você precisa criar suas próprias oportunidades.

Extraído do último capítulo do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.

Mensagens de Motivação Profissional

SUA MARCA SEU SUCESSO
Quanto vale a sua marca?

Você já pensou nisso. Hoje as empresas focam sempre a fixação de uma marca, que fique na memória do consumidor.

Mas, como sua marca é lembrada.

A uma certa distorção entre a visão do consumidor e a visão da diretoria. As empresas fazem o marketing muito bem, porém na prática a visão é totalmente outra.

Os Bancos tem marcas bem lembradas, altamente valorizadas, que coloca a empresa como uma empresa ética, que respeita seu cliente, que resolve os problemas rapidamente, etc.

Ai vamos fazer uma pesquisa na lista do Procon, onde está os maiores números de reclamações?

Surpresa: no setor financeiro; então porque isto acontece.

Acontece por fatos simples, às empresas estão vendendo uma imagem que não condiz com as atitudes que ela faz no dia a dia, o publico interno (leia-se funcionários) não estão falando a mesma linguagem de quem criou a marca, e isto pode afetar e muito a sua empresa.

A criação de uma marca tem que ter um envolvimento global de todos na sua empresa.

Do setor de produção até na área comercial, todos devem vender a mesma imagem.

De nada vai adiantar gastar milhões construindo uma marca, se seus funcionários não vendem isto.

Avalie bem, quanto vale a sua marca?

A sua marca condiz com os serviços prestados? É real o que você prega?. Responda a estas perguntas e você poderá ter um diagnostico melhor da visão que os consumidores tem da sua empresa.

Hoje a marca deve focar-se em vender serviços de qualidade, mostrar a missão da sua empresa, mostrar o respeito pelo seus consumidores, mostrar a ética junto a seus colaboradores, mostrar sua ajuda para a sociedade, construir uma marca com forte identidade visual e acima de tudo agregar valores para seus consumidores. E isto parece cada vez mais distante da sua empresa.

A marca é um dos recursos mais eficientes para desempatar a mesmice dos produtos e serviços, então não fique parado, invista.

Pense nisso.

Invista não só na criação da marca, mas também na fidelização desta marca, no comprometimento com seu consumidor e a faça de uma forma respeitável.

Não deixe que seu consumidor perca a confiança na sua empresa, confiança uma vez perdida nunca mais é restabelecida.


A Hora da Verdade
Está chegando o momento. Dentro de pouco tempo você será um recém formado. Congratulações!

Espero que tenha curtido bastante a colação e o baile de formatura, se comprou um anel, use-o com orgulho; porque, de agora em diante, começarão os seus problemas.

Esteja trabalhando ou não, você irá defrontar-se com a verdade; ou seja, como exercer na plenitude tudo aquilo que aprendeu na Universidade.

Antecipo: não vai. E se isso for demasiado importante para você, prepare-se para sofrer muito.

Você será apresentado à máxima “na teoria a prática é outra”. Muito do que você aprendeu, na verdade não aprendeu, foi informado e adquiriu, na melhor das hipóteses, uma boa visão sobre o assunto, mas introdutória.

O jogo mesmo vai começar agora.

Não se assuste nem perca o ânimo, tem sido assim há muito tempo.

O erro fundamental não é seu, é do processo de formação de pessoas que adotamos no país.

Muitos já vivenciaram isso antes de você e, de uma forma ou de outra, superaram o trauma.

Você também irá superar.

Há uma receita infalível para minimizar as coisas e compreender a realidade do mundo do trabalho: humildade e bons ouvidos.

Ser humilde, para aprender; e ouvir, para saber como as pessoas trabalham há muito tempo.

Isso o tornará bem aceito; as pessoas valorizam a humildade e apreciam ser ouvidas.

Não hesite em perguntar muito, mesmo que você saiba, ou pense que saiba.

Você vai descobrir muita coisa e aprender outras tantas.

Seja criterioso em suas avaliações e escolha um mentor.

Discuta com ele suas angustias e visões profissionais e, principalmente, leve a sério suas indicações e recomendações.

Isso vai amadurecê-lo e ajudará muito a formá-lo como bom profissional.

Atente apenas para ter como tutor alguém de bom caráter e que seja reconhecido como profissional sério e competente.

Empresas bem estruturadas costumam fazer isso; elas mantém estruturas focadas no desenvolvimento de jovens profissionais e, o que é melhor, crêem nisso.

De toda forma, prepare-se para ter que fazer por si mesmo.

Essas dicas práticas que estou apresentando poderiam ser denominadas de gestão de carreira.

Ou a empresa faz isso ou você assume o controle do processo.

Outro ponto importante é:

estude sempre e muito e, fundamentalmente, sobre tudo, principalmente temas distintos dos da sua área de atuação na empresa. Com isso você ampliará sua empregabilidade e estará se candidatando naturalmente a promoções horizontais e a “job rotations”.

Sucesso profissional é algo que depende de muita dedicação e constante aperfeiçoamento.

Não confunda dedicação com trabalhar 14 horas por dia.

Isso o afastará do sentido da vida e não tardará a trazer-lhe conseqüências pessoais nefastas. Manter a mente arejada e sadia é fundamental. Leia muito: poesia, romance, ficção e livros profissionais também.

Ouça música: varie os gêneros, experimente alguns que você nunca se apercebeu.

Vá ao cinema e ao teatro. Visite museus. Mas principalmente, ame muito. O trabalho é meio subsidiário disso tudo, jamais o contrário.

Eu só quis oferecer um alerta para que você não chegue na empresa imaginando que ninguém sabe nada e que só você ‘manja’ de tudo.

Você sabe algumas coisas, com as quais deve contribuir, mas o fato é que tem muito a aprender e a Universidade não ensinou.

Principalmente, a Universidade não ensina a viver. Viver é um exercício diário de sentir e perceber o mundo a partir e com os seus semelhantes. Se você entender isso, terá dado o primeiro passo para uma carreira brilhante.


Entendendo um pouco sobre entusiasmo
“É necessário que o mundo, depois de ti, seja algo melhor, porque tu viveste nele” (Stanley)

Tome a iniciativa. Não espere muito. Arrisque a saída heróica. Assuma. Não se omita. Decida. Faça.

Mesmo errando. Só não erra quem não faz. É preciso caminhar. Quem não quer enfrentar riscos talvez não tenha o direito de viver!

• Domine o comodismo;

• Faça uma relação das coisas que você precisa vencer;

• Viver é constantemente começar;

• Organize as idéias na cabeça, para administrar bem o seu tempo;

• Preste atenção (atenção controlada, no instante presente);

• Aprenda com os insucessos;

• Forme um grupo, tenha amigos, discuta seus pontos de vista;

• Procure inovar (ter visão criativa);

• Evite copiar;

• Arrisque, para conseguir algo novo;

• Seja entusiasmado com a vida, agindo entusiasticamente;

• Acredite na sua capacidade de transformar a realidade;

• Não espere saber tudo para agir. A própria ação desenvolve o saber;

• Passe do plano das lamentações para o plano da ação.

Entusiasmo é diferente de otimismo. Otimismo significa acreditar que alguma coisa vai dar certo, até torcer para que dê certo. Algumas pessoas confundem otimismo com entusiasmo. A pessoa entusiasmada acredita na sua capacidade de transformar as coisas, de fazer dar certo, acredita em si mesmo e nos outros.

Acredita na força que as pessoas têm de transformar o mundo e a própria realidade.

A melhor maneira de ser entusiasmado é agir entusiasticamente. Se formos esperar ter as condições ideais primeiro, jamais nos entusiasmaremos com coisa alguma, pois nunca teremos razões para tanto.

Não é o sucesso que traz o entusiasmo, mas é este que traz o sucesso. Existem pessoas que ficam esperando as condições melhorarem, a vida melhorar, para depois se entusiasmarem.

Não sabem que o entusiasmo permanente é que traz a nova visão da vida.

Não espere a oportunidade chegar, vá atrás! Os gregos diziam que a oportunidade tem cabelo só na frente e é careca atrás. Quem não pegar pela frente nunca mais pegará por trás.

Viva!!! Seja ousado! Liberte seu potencial. Acredite em você. O mundo pertence aos ousados.

Extraído do último capítulo do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado

SUCESSO E VALORIZAÇÃO

Nós precisamos ser notados pelos outros seja em casa ou no trabalho, para isso devemos estar sempre atentos as nossas atitudes, principalmente no ambiente profissional.

Atualmente os profissionais devem atender as necessidades de seus clientes internos e/ou externos.

Geralmente os clientes internos são colegas de trabalho e superiores hierarquicos, enquanto os externos são as pessoas que compram os produtos e os serviços das empresas que representamos.

A valorização profissional é algo que acontece de dentro para fora, ou seja, deve partir da própria pessoa que deseja ser reconhecida. Entenda que você deve ser o melhor naquilo que você faz, seja qual for a sua profissão, e de preferência que você goste daquilo o que você estiver fazendo.

Geralmente as pessoas esperam ser reconhecidas, mas não fazem as coisas de maneira eficaz, detendo-se apenas no que é eficiente.

Embora as palavras mencionadas pareçam ter sentido idêntico elas diferem e muito. Quando você faz algo de maneira eficiente, você faz a coisa certa, do mesmo modo quando você faz algo eficazmente, você o estará fazendo de forma certa com menor tempo e custo.

A valorização ocorre naturalmente quando as pessoas trabalham com amor e da melhor forma possível. Não contente-se com o bom. Faça-o, mas aos poucos o melhore. Em tudo o que fizer aplique o princípio da melhoria contínua.

Seja você mesmo. Valorize o seu potencial e lembre-se de valorizar-se cuidando do seu visual. Pois não basta apenas bom conteúdo, a embalagem deve ser cuidada. Seu marketing deve ser trabalhado se quiser desenvolver-se e promover sua valorização profissional.

Esteja atento às mudanças que ocorrem ao seu ambiente e no mundo, pois elas não acontecem da noite para o dia, faça isto lendo revistas, jornais, livros e observe também as pessoas.

Algumas dicas que penso serem pertinentes:

1. Verifique sua motivação para o trabalho diariamente, só você pode saber o que precisa ser melhorado.

2. Não se detenha no lugar comum, numa situação confortável. Tenha sempre um desafio novo em sua vida e você terá uma grande ajuda do universo para conseguir o que deseja.

3.Seja um profissional exemplar trabalhando com amor e dedicação sem esquecer de procurar o crescimento pessoal através de cursos, livros, revistas, jornais etc.

4.Busque desenvolver seu marketing pessoal dando maior atenção ao seu modo de vestir, de falar e ouvir as pessoas, sua higiene pessoal e lembre-se sempre de ter um cartão de visitas à mão.

5.Seja “Você S.A.” - desenvolva seu potencial, trabalhe de forma que você seja indispensável a sua função.

6.Tenha bom humor, lembre-se de agradecer por ter acordado neste dia.

7.Seja feliz no que faz, não importa em que profissão, se não está feliz mude ou cairá no espaço comum.

Como disse Lair Ribeiro no título de um de seus livros “O sucesso não ocorre por acaso” e realmente é verdade, pois temos que suar muito para conseguir ser respeitado e conhecido.

Dizem que precisamos de 90% de transpiração e 10% de inspiração.

Alguns dizem que não, mas a verdade é que nós queremos ser notados como pessoas especiais, únicas como de fato somos, embora não demonstremos.

Isto acontece porque nos ensinaram quando crianças a termos comportamentos iguais para sermos aceitos, então esquecemos como ser nós mesmos, e temos que reaprender a sermos nós quando chegamos à idade adulta.


















Competência
Tudo o que uma pessoa faz bem é resultado do desenvolvimento de sua competência. Se você quiser ser um bom pai, vai ter de expandir sua competência. Se quiser ser um empresário, também. Quando a pessoa pensa que a habilidade vem pronta, a frustração vai estar por perto.

A competência, por sua vez, é associada a três habilidades: estudo, treino e continuidade.

O estudo é fundamental para que você não gaste tempo inventando a roda ou repetindo os erros dos outros.

Muitos freqüentadores de minhas palestras me perguntam por que não conseguem estudar. Eu sempre digo:

"Você não consegue porque, no fundo, é orgulhoso. Não acha quem possa lhe ensinar o que não saiba". As pessoas felizes têm a humildade de aprender com os outros, evitando os erros que eles já cometeram.

Tudo na vida é resultado de treino. Só adquirimos a competência assim. Se você é um grande cirurgião, você treinou arduamente para isso.

Mas, cuidado, esse processo não se resume apenas às coisas positivas; as negativas também estão incluídas. Os hipocondríacos, por exemplo, dedicam a vida inteira à procura de sintomas desagradáveis em seu corpo até que se tornam experts.

Vivem lendo bulas de remédio e tudo o mais que aparecer a respeito de doenças. Eles também conversam e pensam sobre enfermidades o tempo todo.

Há algum tempo, ouvi uma entrevista do Zico que falou que as pessoas ficavam espantadas ao virem ele treinando mais tempo que os outros , pois pensavam : "Para quê, se ele já é um dos melhores do mundo?"

Tempos depois, eu descobri que ele era o melhor do mundo porque treinava mais que os outros.

A competência também requer continuidade. Não adianta ser bom apenas por um dia. Tem de ser sempre.

Não adianta começar milhares de cursos, é preciso completá-los. Não adianta atender maravilhosamente bem um cliente e ser desatento com os outros.

Não adianta um único diálogo sensacional com o filho e distanciamento o resto do ano.

Quem consegue ser bom todos os dias, depois de um tempo, fica ótimo. Muitos processos de educação não dão resultados por falta de continuidade. As pessoas competentes concluem a trajetória a que se propuseram cumprir."





Motivando-se
Estar motivado nem sempre é fácil.

A motivação decorre do resultado da união de fatores internos e externos.

Existem dois tipos de motivação: a intrínseca - que vem de fatores internos e a extrínseca - que vem da fatores externos. As duas trabalham em conjunto para deixar o indivíduo motivado. Uma não sobrevive sem a outra.

Ninguém consegue estar motivado só com um dos fatores. No entanto, identificar esses fatores depende de, primeiramente aumentar a auto estima e o amor próprio.

Mesmo com tantos obstáculos, tantas dificuldades, o grande segredo para conseguir trilhar o caminho está em buscar uma força interior que aumentará a auto estima.

Consequentemente, o amor próprio também se elevará ,e com isso já poderemos identificar fatores internos para a motivação, formando assim a motivação intrínseca.

O mais importante objetivo da motivação intrínseca é identificar e captar o fator externo, que é a motivação extrínseca, um estímulo necessário para nos motivarmos.

Quando este estímulo é identificado e captado, o mais simples fator externo pode se transformar na mais potente motivação.

Com estas duas motivações temos a verdadeira motivação e então nossos caminhos serão rumo à felicidade, pois uma pessoa motivada é uma pessoa feliz.












VOCÊ JÁ TEM UMA MISSÃO DEFINIDA?
“É necessário que o mundo depois de ti seja algo melhor porque tu viveste nele”. (Stanley)

Vejo muitas pessoas e organizações que não têm uma missão, não possuem uma razão para viver. Aí não sabem como agir quando a situação exige alguma mudança ou quando ficam sozinhos. É fundamental responder à pergunta: qual é o propósito de permanecer vivo? A resposta será sua missão.

Um dia escutei a frase citada no início e a achei maravilhosa, a partir daí passei a pensar no que poderia fazer para que o mundo fosse melhor, como deixar minha marca? Busquei me conhecer para ver se minhas ações eram as mais corretas. Com o passar dos anos fui vendo que primeiro precisava mudar a mim mesma, tornar-me uma pessoa melhor e hoje acredito que até morrer estarei buscando melhorias em meu comportamento e em minhas atitudes. Quero desenvolver e valorizar minhas virtudes e minimizar meus defeitos. Acredito que o maior desafio do ser humano seja a melhoria contínua.

Deve existir um sentido melhor para nossas vidas, podemos, por exemplo, aprender a amar melhor, a sermos menos egoístas. Precisamos economizar mais em prol do meio ambiente, agirmos menos segundo a “lei de Gerson”, parar de dar um jeitinho. É fundamental respeitarmos mais o próximo, melhorar nossos relacionamentos. E aprendermos a administrar bem os conflitos.

Quando temos consciência de que através do trabalho estamos realizando algo para cumprir nossa missão ficamos motivados e desenvolvemos uma força extra, capaz de nos mover rumo ao “cume da montanha”. E as dificuldades encontradas serão como simples pedras no meio caminho.

Pessoas como Mahatma Ghandi, Irmã Dulce e Nelson Mandela lutaram com todas as suas forças para cumprirem suas missões. Era o que os levava a não desistir nunca, a resistir a qualquer tipo de pressão. Podemos não ter uma missão tão nobre como a dessas pessoas, mas é importante que encontremos um sentido para nossa existência.

Minha missão continua sendo fazer deste um mundo melhor. Como o mundo é muito grande pensei em lutar para que o Brasil seja melhor. Quando fui analisar melhor cheguei à conclusão que é também muito para mim. Aí pensei que posso fazer a minha parte ajudando a motivar os profissionais, a mostrar a importância de agirem de forma ética, a serem melhores líderes e profissionais cada vez mais competentes em suas áreas de atuação. Acredito que assim teremos empresas melhores e possivelmente cidades melhores e assim um país melhor.

Não adianta nada escrever uma missão bonita e não lutar por ela. É importante divulgar a missão, assim os outros poderão te ajudar a atingir seus propósitos. Nas organizações além de definir a missão é preciso comunicar a todos os colaboradores e verificar se a entenderam, caso contrário serão como simples máquinas, executando o que lhes é indicado, mas sem saber por que e para quê. Vejam abaixo alguns exemplos:

Os funcionários de uma empreiteira trabalhavam felizes porque não estavam simplesmente construindo uma nova estrada. Estavam levando o progresso para uma pequena cidade do interior;

Ajudantes de pedreiros cantavam enquanto trabalhavam porque não estavam fazendo e carregando concreto, estavam construindo uma escola e ajudariam a melhorar a educação dos jovens daquela cidade. Enquanto um pedreiro coloca um tijolo na parede outro constrói uma catedral.

Procuro fazer a minha parte porque acredito que se cada um fizer o que estiver a seu alcance, teremos sim um mundo melhor de se viver.

E você já tem sua missão? Está agindo de acordo com ela ou é uma missão só para os outros verem? O que está fazendo para divulgar seus propósitos?





















Dando a Volta por cima
Dicas de como se comportar quando se fica desempregado.

Espero que minha experiência nesta área possa ajudar àqueles que em algum momento passar pela situação de estar fora do mercado de trabalho, por qualquer motivo que seja.

Sempre acreditei que pessoas competentes e com vontade de trabalhar não ficam sem trabalho. Também tenho a certeza que as coisas só podem ser boas para os dois lados envolvidos.

Ocupava eu a posição de gerente administrativa e comercial de uma indústria de montagem de painéis elétricos em Contagem MG, já a 4 anos.

Fizemos uma excelente venda, porém o cliente só pagou 50% do que devia gerando com isso enormes problemas financeiros. Reunimo-nos para decidir as medidas a tomar para passar por esta tempestade.

Precisávamos cortar despesas e o setor onde estas eram mais altas eram no setor de pessoal, naquele momento cabeças precisavam rolar.

Após diversas considerações, principalmente o fato de termos nossa capacidade de industrialização em seu melhor momento, com muitos pedidos em casa, cheguei à conclusão que a pessoa que deveria ser dispensada era eu mesma.

Não tinha medo disso e naquele momento era o melhor para a empresa. Vejam acima, no segundo parágrafo, algumas de minhas crenças.

Estava estruturando a empresa para sair e montar uma filial em Salvador, já que meu maior objetivo era voltar para a Bahia, terra que havia me apaixonado quando morei lá. Sem grana a empresa não poderia montar esta filial. Havia implantado a ISO 9001, um depto. de vendas e diversos processos que indicavam que a empresa poderia andar sem minha presença.

É claro que mesmo ganhando bem tinha certeza que dava lucro para a empresa, mas o meu era o maior salário e cortando este daria certa folga naquele momento crítico.

E aí o que fazer desempregada? Nem no sonho imaginava que isto iria acontecer... Vejam como foi isso:

Primeiro precisava assimilar a idéia, e isto teria que ser rápido;

Depois pensar no que tinha que pagar. Tinha diversos compromissos financeiros: duas filhas na faculdade (o ex-marido, pai das duas não ajudava em nada) estava fazendo MBA por conta própria no IBMEC, pagava prestação de carro, de apartamento, ajudava meus pais. Enfim as despesas eram grandes;

Estudar minha situação financeira para ver como cumprir com os compromissos. Não tinha carteira assinada, portanto nada de FGTS. Se eu estava saindo porque a empresa estava com problemas financeiros é claro que meu acerto foi com pagamentos parcelados.

Isto sem falar que boa parte de meu pagamento era comissão, e a parcela referente à venda que causou tudo isto foi por água abaixo na parte que não haviam recebido e eu já contava com tal comissão;

Planejar o que fazer naquele momento, como chegar ao futuro sem muita dor de cabeça;

Estruturar-me emocionalmente para ficar um tempo em casa. Tinha 47 anos, o que sabia iria dificultar minha entrada nas empresas.

Aí fiz o seguinte:

Tinha consciência que ficar em casa sem fazer nada iria com certeza abaixar meu moral e aumentar minhas preocupações. Precisava urgentemente ter alguma atividade para o período sem emprego.

Como tinha planejado ser palestrante quando me aposentasse, ou seja, deixasse de trabalhar só para uma empresa por vez, pensei que estava na hora de planejar melhor tal atividade.

Rapidamente enxerguei que para conseguir ter sucesso nesta atividade precisava escrever um livro, o que me daria muito mais credibilidade.

Assim, durante dois meses procurei algumas pessoas que poderiam me ajudar a me recolocar no mercado e escrevi um livro. Foi uma experiência fantástica, ler livros novos, reler outros que achava importantes, pesquisar na internet e em bibliotecas.

Enfim, quando vi estava com um emprego arrumado e há dois meses trabalhando uma média de 16 horas por dia de domingo a domingo escrevendo o livro.

Deixo as seguintes dicas:

Primeiro não se deixe abater pelo desespero, as empresas não querem saber que você precisa delas, querem saber o que pode fazer por elas;

Saiba que empresas que só empregam pessoas que estão precisando de trabalho, aqueles coitadinhos, não querem pagar o que valem. Empresas que querem profissionais competentes e que pagam o que estes merecem, buscam no mercado aqueles que podem ajudá-las a crescer;

Jack Welch, ex CEO da GE e considerado o maior executivo do século passado, diz que 10 % dos profissionais nas organizações estão prontos para serem mandados embora. Então, se você foi dispensado porque a empresa precisava diminuir o número de colaboradores em algum momento de crise, provavelmente fazia parte destes 10%. As estrelas, aquelas que ajudam a empresa a ir para frente ficam.

Mesmo em momentos de crise. Analise onde errou. Veja como estava agindo nos últimos tempos em seu trabalho. Aprenda com seu erro!

Organizações precisam dar lucro e, portanto não podem ficar olhando o que você fez no passado, precisam ver quais são seus resultados no momento;

Monte uma estratégia para passar pelo processo de seleção. Alguns levam meses e o que mais tira pessoas de vagas onde com certeza poderiam ter sucesso é o lado psicológico e não o conhecimento. Você precisa falar a verdade, mas pode mudar a sua forma de ver esta verdade e assim conseguir reverter a situação. Evite ser um derrotado. Procure mostrar que aprendeu com o erro e cresceu como profissional. Seja um otimista e não um pessimista. Mostre o que pode fazer de bom pela empresa;

Converse com ex-colegas e ex-chefes, descubra onde errou e mude para melhor. Dizem que pau que nasce torto morre torto. Já que você não é pau pode mudar. Só não erra quem não faz!

Coloque o poder de seu subconsciente para trabalhar para você. Imagine como deve ser seu emprego ideal. Peça tudo que achar importante. Acredite, você merece! Só não peça pensando somente em você, porque negócios bons para um lado só, acabam.

Não fique lamentando o que passou, senão não vai enxergar as novas oportunidades que irão aparecer;

Peça ajuda. Procure as pessoas que você acha que pode te ajudar e ofereça trabalho. Mas tome cuidado porque ninguém irá te indicar se não confia em você.

E tenha sucesso!



O PROFISSIONAL DO FUTURO
Em um mundo globalizado

A magnitude e a velocidade das mudanças em todo o mundo têm trazido um impacto dramático sobre as pessoas e seus locais de trabalho nos últimos tempos.

O ritmo das mudanças é muito rápido. E o futuro nos acena com uma aceleração ainda maior em termos de inovação, tecnologia e globalização.

Quando há uma era de profundas modificações, o conhecimento se expande e aumenta em valor e em poder.

Uma das maiores mudanças é a transformação de uma economia baseada em indústrias para uma economia baseada em informações. Atualmente a quantidade de conhecimento disponível é imensa, sendo necessário saber selecionar o que devemos aprender e onde investir nosso tempo para nosso crescimento intelectual e profissional.

Precisamos nos esforçar para melhorar nossa flexibilidade, velocidade e qualidade do trabalho realizado e ainda dar importância para o que permanece como uma das medidas mais importantes: a produtividade.

Isto porque as organizações sabem que os clientes não apenas exigem produtos e serviços rápidos e com qualidade impecável: eles também querem que os produtos e serviços não sejam caros.

Tudo mudou, está mudando e deverá mudar no futuro com uma rapidez cada vez maior.

Por isso, nas organizações e até mesmo em nossa casa, existem mudanças na maneira como nos relacionamos, na forma como buscamos uma vida mais longa, mais saudável e mais feliz.

Todos os trabalhadores, independentemente de trabalharem nas linhas de produção ou nos escritórios, precisam se ver como um empresário, um vendedor especializado de serviços com uma marca especial, que seja conhecida por todos – VOCÊ. Então, se você não conseguir se vender, não conseguirá atingir o sucesso.

A cada dia mais os profissionais precisam se preocupar em se conhecer para saber quais características possuem, para poder fortalecer as qualidades e trabalhar os seus defeitos na área profissional. Isso porque as organizações procuram profissionais que tenham integridade, entusiasmo, saúde, iniciativa, criatividade, responsabilidade, bom humor, competência, capacidade de planejar, que sejam organizados e ainda que consigam ter um bom relacionamento interpessoal dentro do ambiente de trabalho.

Uma boa maneira de conseguir se diferenciar nesse novo contexto do mercado de trabalho é usar ao máximo a sua criatividade.

Veja que isso é simplesmente buscar fazer de forma diferente aquilo que todos fazem de uma forma igual.

Pensar uma nova maneira, mais prática, melhor, mais barata ou mais rápida de fazer as suas atividades, para conseguir atingir os resultados esperados.

Assim, o profissional que quiser crescer nas organizações precisa ser criativo, a fim de achar novas soluções para os problemas do dia-a-dia.

Tendo todo um novo mundo de informações disponíveis e conhecendo bem essas regras do jogo, você poderá se destacar e inovar. Concentre-se em observar essas pequenas diferenças entre os profissionais, lembrando-se sempre que o jogo pode mudar a qualquer hora.E apenas um bom profissional, que entenda e conheça tudo que acontece ao seu redor, será capaz de se adaptar a essas mudanças que sempre acontecem.

E procure se lembrar sempre que os líderes não gostam de dois tipos de colaboradores: os que não fazem o que eles pedem e os que só fazem o que eles pedem. Busque fazer sempre mais. E melhor. A melhoria contínua deve ser o maior desafio do ser humano. Por Sonia Jordão



Planejamento significa construir uma ponte mental de onde você está agora até onde deseja estar quando tiver alcançado o objetivo.

Ao planejar precisamos buscar respostas para as perguntas: “o quê”, “por que”, “como” e “quando fazer”.

Planejamento é um estudo realizado, antecipadamente, das atitudes e decisões, com o menor risco possível e com a máxima efetividade para se atingir os objetivos e as metas pré-fixadas.

É decidir antes de iniciar a execução do que fazer, de que maneira, como e a quem compete fazer cada atividade.

É um processo de análise em que a tomada de decisões deve acontecer com base em objetivos, fatos e estimativas.

Um bom planejamento toma tempo, exige esforço, cria compromissos e responsabilidades, permite a avaliação dos resultados e auxilia no momento de tomar as decisões.

Planejamento e controle são inseparáveis. Você planeja e depois controla para ver se o que foi traçado está sendo cumprido, e quando necessário corrige-se a rota.

É preciso pensar nos passos que se dará em seguida, para não perder o controle do próprio destino.

Portanto, é fundamental saber aonde se quer ir e qual o caminho a seguir.

Tudo que é bem planejado tem maior chance de sucesso.

Todo planejamento poderá precisar de revisões ou adaptações em função das circunstâncias.

Ao fazer o planejamento você precisa também se preocupar com os detalhes.

Mais do que os grandes planos, são os pequenos detalhes que levam ao sucesso.

Para conseguir vencer é preciso pensar em todos os cenários possíveis para evitar surpresas desagradáveis.

Assim, se consegue antecipar as mudanças, diminuir as incertezas e prever um pouco o futuro.

No mundo globalizado é preciso pesquisar o que acontece em todos os lugares e não só nas imediações.

Só através de um bom planejamento não seremos pegos de surpresa e, se formos, estaremos prontos para dar uma resposta rápida.




REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA
• Seja alegre e comunicativo. Um “bom dia”, um “alô” custam pouco e rendem muito;

• Seja simples e modesto. Se você possui qualidades “notáveis”, cedo ou tarde os outros notarão isso, como também descobrirão suas imperfeições;

• Não economize sorriso: de todas as moedas circulantes no comércio da vida, o sorriso é a que compra maior porção de alegria pelo menor preço;

• Por falar nisso, não compre briga porque sai caro;

• Interesse-se pelos outros. Só assim os outros acharão você interessante;

• Seja um bom conversador deixando que os outros falem mais;

• Seja otimista. Quem vê tudo na existência pelo lado sombrio do derrotismo raramente cruza com amigos na rua porque a maioria deles dobra a esquina para escapar do encontro;

• Faça aos outros, em lugar de críticas, quantos elogios puder fazer honestamente. As pessoas de um modo geral adoram ouvi-los e quando os recusam talvez no fundo esperem ser elogiados por isso;

• Com os inimigos, declarados ou gratuitos, mantenha a sobriedade do cavalheirismo. Não fale mal por trás nem perca uma oportunidade de reconciliação, dando o primeiro passo, pois nada lhe garante que no dia seguinte um deles não seja a única pessoa capaz de “salvar a sua vida”;

• Compreenda que as pessoas que pensam diferente estão sinceramente convencidas de que o errado é você.


Por que as empresas preferem os otimistas
Já houve um tempo em que criticar gerava status. Frases como "não vai dar certo", acompanhadas de um nariz empinado, geravam respeito a quem as proferia e aliviava muitos, afinal, tudo poderia continuar do jeito que estava.

Mas hoje, é possível não mudar? Pense bem: quando um produto tem sucesso, a concorrência copia, adapta, melhora ou vende mais barato.

Assim sendo, temos que estar sempre inovando. Além disso, consumidores e clientes estão sempre atrás de novidades. Precisamos, portanto, criá-las. Pode acontecer ainda que nossa forma de atuar seja destruída do dia para a noite por uma nova tecnologia.

Isto sem falar nos imprevistos que revolucionam nosso planos, que vão desde as crises mundiais até o sucesso de um concorrente.

Assim, as empresas são forçadas a viver em mutação constante.

Mais do que isso, não existe mais uma mudança de "A" para "B", mas sim uma mudança de "A" para alguma coisa que se assemelha a um "B", mas que ninguém sabe ao certo o que será. Já que temos que inovar sempre, não podemos mais eliminar os riscos, precisamos lidar com eles, monitorá-los, administrá-los.

Pois bem, o melhor uso que se pode fazer do pessimismo é usá-lo para evitar o risco, e é por isso que ele foi aceito e valorizado por tanto tempo.

Mas, para administrar o risco, precisamos de um desejo, uma visão, um objetivo e muita garra para chegarmos lá, aconteça o que acontecer (e dá-lhe imprevistos...). É aí que entra o otimismo.

É este estado de espírito - chamado de fé - que nos dá garra, ajuda a geração de idéias, nos torna agradável aos olhos dos outros.

Mas falemos sobre o otimismo de uma forma mais terrena: o economista Eduardo Giannetti, em seu livro Auto-Engano, dá o exemplo da pessoa que adianta seu relógio para não se atrasar. Ela sabe que o relógio está adiantado. Mas finge que não sabe toda vez que lhe é conveniente. Da mesma forma, nunca sabemos no que vai dar um novo projeto, mas imaginarmos que ele vai dar certo influenciará sem dúvida os resultados.

É por isso que hoje, sobrou para o pessimismo o que ele tem de pior: pessimista virou sinônimo de derrotado, a pessoa que não quer tentar pois não confia em sua capacidade, e que torce pelo fracasso dos outros para poder justificar os seus.

Evidentemente, o otimista delirante, que teima em não enxergar os fatos, corre mais riscos do que precisaria, o que a empresa também não quer.

Gisela Kassoy - Consultoria em Criatividade - www.giselakassoy.com.br
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| 2008 |