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domingo, 6 de junho de 2010
Inglês-2
Inglês-1
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sábado, 5 de junho de 2010
Primavera
A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
A borboleta
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme
ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através
daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o
restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo
estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme
ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através
daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o
restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo
estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Textos e interpretações
Encontro na lanchonete
Em frente a Escola primaria Três Bandeiras há uma lanchonete acrílica com um balcão vermelho e um toldo amarelo cobre as mesas em cima da calçada. Ali, depois da aulas, depositando os cadernos no balcão ou nas mesas, os alnos bebem refrescos e comem hots.
_ Operário não entra em lanchonete - disse a Berenice. -Por que será que operário não gosta de lanchonete?
_ Eu acho que operário não gosta de cachorro quente com mostarda – disse o Biquinha.
_ O garçom de uniforme amarelo ia trazendo mais hots e mais refrescos e o Biquinha estava sentado para tras com os pés em cima da mesa. Chegaram o Edmundo, a Cecilia, o gordo, o Eduardo, o Godofredo e o Ademar. Então reuniram duas mesas vermelhas para caber todo mundo. Em frente deles estava parado o Corcel do diretor da Escola, muito bem lavado, e no mio da ra o guarda de transito ia arando o transito para s crianças atravessarem a rua e entrarem na lanchonete. O gordo pôs uma meleca debaixo da mesa e falou:
_ O lado de baixo da mesa foi inventado pra colocar meleca.
_ A professora de Matemática está namorando com o noivo da professora de Inglês- disse Cecília.
_ Não- disse o Biquinha.- Eu acho que é a professora de Inglês está noivando com o namorado da professora de Matemática.
A Berenice ria de todos e todos riam mas a Mariazinha disse:
_ Gostei mais da graça do gordo, muito mais fina.
_ Claro! - disse o Godofredo – nós fazemos graças grossas e o gordo faz as magras graças.
O garçom deu uma gargalhada e foi contar a graça para o dono da lanchonete. O dono da lanchonete deu uma gargalhada. O diretor da escola entrou no Corcel e abriu-se uma brecha no meio fio na frente das mesas entre um Galáxie e um caminhão. Por entre a brecha, do outro lado da calçada, a gente via as crianças rirem. O gordo olhava apaixonadamente para a Berenice. Então arrancou uma folha de caderno espiral e escreveu: Eu gosto mais de você do que da América do Sul.
A folha do caderno foi passando de mão em mão e a lanchonete tremia de tanta gargalhada. A Cecília enfiou o cotovelo na mesa e soltava lágrimas de tanto rir.
( João Carlos Marinho Silva.)
Analise do texto
Vamos reler e entender o texto
1.Os alunos se reuniram na lanchonete.
a) Quando?
…...........................................................................................................................................................
b) Como era a lanchonete?
…...........................................................................................................................................................
…..........................................................................................................................................................
2.Berenice fez uma pergunta. Qual?
…...........................................................................................................................................................
….......................................................................................................................................................... 3. Há uma frase no texto em que se percebe entre os alunos um sentimento de solidariedade. Transcreva-a.
…............................................................................................................................................................
…...........................................................................................................................................................
4.O carro do diretor estava estacionado.
a) Em que lugar?
…...........................................................................................................................................................
b) Qual a marca do carro?
…..........................................................................................................................................................
c)Que expressão do texto mostra a limpeza do carro?
…............................................................................................................................................................
5.O garçom servia hots e bebidas.
a) Como ele estava vestido?
…............................................................................................................................................................
b) Qual a reação dele diante da conversa dos meninos?
…...........................................................................................................................................................
…...........................................................................................................................................................
6.Mariazinha gostou mais da conversa do gordo. Qual foi a outra graça?
…............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
7.na frase “nos fazemos graças grossos e o gordo faz magras graças”, qual o recurso da lingua utilizado por Godofredo?
( ) repetição de palavras
( ) trocadilho de palavras
Podemos afirmar que essa frase transmite:
( ) ironia
( ) gozação
( ) desprezo
8.Como o gordo olhava para Berenice?
…............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
9.O narrador do texto não se encontrava na lanchonete.
a) Em que lugar ele estava?
…............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
b) Que frase demonstra a presença do narrador?
…...........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
10.Retire do texto uma frase que transmita a intensa reação provocada pela declaração do gordo a Berenice.
…............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
Em frente a Escola primaria Três Bandeiras há uma lanchonete acrílica com um balcão vermelho e um toldo amarelo cobre as mesas em cima da calçada. Ali, depois da aulas, depositando os cadernos no balcão ou nas mesas, os alnos bebem refrescos e comem hots.
_ Operário não entra em lanchonete - disse a Berenice. -Por que será que operário não gosta de lanchonete?
_ Eu acho que operário não gosta de cachorro quente com mostarda – disse o Biquinha.
_ O garçom de uniforme amarelo ia trazendo mais hots e mais refrescos e o Biquinha estava sentado para tras com os pés em cima da mesa. Chegaram o Edmundo, a Cecilia, o gordo, o Eduardo, o Godofredo e o Ademar. Então reuniram duas mesas vermelhas para caber todo mundo. Em frente deles estava parado o Corcel do diretor da Escola, muito bem lavado, e no mio da ra o guarda de transito ia arando o transito para s crianças atravessarem a rua e entrarem na lanchonete. O gordo pôs uma meleca debaixo da mesa e falou:
_ O lado de baixo da mesa foi inventado pra colocar meleca.
_ A professora de Matemática está namorando com o noivo da professora de Inglês- disse Cecília.
_ Não- disse o Biquinha.- Eu acho que é a professora de Inglês está noivando com o namorado da professora de Matemática.
A Berenice ria de todos e todos riam mas a Mariazinha disse:
_ Gostei mais da graça do gordo, muito mais fina.
_ Claro! - disse o Godofredo – nós fazemos graças grossas e o gordo faz as magras graças.
O garçom deu uma gargalhada e foi contar a graça para o dono da lanchonete. O dono da lanchonete deu uma gargalhada. O diretor da escola entrou no Corcel e abriu-se uma brecha no meio fio na frente das mesas entre um Galáxie e um caminhão. Por entre a brecha, do outro lado da calçada, a gente via as crianças rirem. O gordo olhava apaixonadamente para a Berenice. Então arrancou uma folha de caderno espiral e escreveu: Eu gosto mais de você do que da América do Sul.
A folha do caderno foi passando de mão em mão e a lanchonete tremia de tanta gargalhada. A Cecília enfiou o cotovelo na mesa e soltava lágrimas de tanto rir.
( João Carlos Marinho Silva.)
Analise do texto
Vamos reler e entender o texto
1.Os alunos se reuniram na lanchonete.
a) Quando?
…...........................................................................................................................................................
b) Como era a lanchonete?
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2.Berenice fez uma pergunta. Qual?
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….......................................................................................................................................................... 3. Há uma frase no texto em que se percebe entre os alunos um sentimento de solidariedade. Transcreva-a.
…............................................................................................................................................................
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4.O carro do diretor estava estacionado.
a) Em que lugar?
…...........................................................................................................................................................
b) Qual a marca do carro?
…..........................................................................................................................................................
c)Que expressão do texto mostra a limpeza do carro?
…............................................................................................................................................................
5.O garçom servia hots e bebidas.
a) Como ele estava vestido?
…............................................................................................................................................................
b) Qual a reação dele diante da conversa dos meninos?
…...........................................................................................................................................................
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6.Mariazinha gostou mais da conversa do gordo. Qual foi a outra graça?
…............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
7.na frase “nos fazemos graças grossos e o gordo faz magras graças”, qual o recurso da lingua utilizado por Godofredo?
( ) repetição de palavras
( ) trocadilho de palavras
Podemos afirmar que essa frase transmite:
( ) ironia
( ) gozação
( ) desprezo
8.Como o gordo olhava para Berenice?
…............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
9.O narrador do texto não se encontrava na lanchonete.
a) Em que lugar ele estava?
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b) Que frase demonstra a presença do narrador?
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10.Retire do texto uma frase que transmita a intensa reação provocada pela declaração do gordo a Berenice.
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domingo, 30 de maio de 2010
Exercícios
Atividade de Português
Você gosta de música?
Bandolim
O menino abriu a porta e encontrou, bandolim,bandolim!
O pai estava tocando! Cláudio gostou logo do bandolim, no começo, ele inventava músicas e descobria sons novos. Era tudo novidade para ele.
Depois,ele foi aprendendo a ler os sinaizinhos misteriosos que era preciso saber para entender a linguagem da música escrita. Aí Cláudio passou a tocar outras musicas,musicas que eram escritas por outras pessoas para serem lidas e tocadas por quem conhece os tais sinaizinhos misteriosos.
O pai dele ensinava e ajudava, ele trazia musicas novas para Cláudio tocar, musicas antigas, do tempo que tocadores de bandolim encantavam os reis e as rainhas com sons maravilhosos.
O Cláudio foi crescendo, cada vez ele gostava mais de musicas e do bandolim, todo mundo também gostava da musica que o Cláudio tocava. E ele tocava para todos. Para o pai e a mãe. Para amigos.
E também para os passarinhos, as plantas, o vento e a chuva.
( Leny Werneck)
Leia o texto e responda as questões abaixo.
1.Qual o titulo do texto?
2.Qual o instrumento que o pai de Cláudio tocava?
3.Numere as frases a sequência em que aparecem no texto:
( ) Cláudio gostou logo do bandolim.
( ) Cláudio aprendeu a tocar outras musicas.
( ) No começo, Cláudio inventava musicas e descobria sons novos.
( ) Cláudio foi crescendo.
( ) Depois Cláudi foi aprendendo a ler os sinaizinhos misteriosos.
( ) Todo mundo gostava da musica que Cláudio tocava.
4.Além de tocar para o pai a mãe e os amigos Cláudio tocava também para quem?
5.Relacione as colunas ligando as personagens às ações que elas praticam:
Cláudio
(A)
O pai de Claudio
(B)
( ) estava tocando
( ) abriu a porta
( ) gostava de bandolim
( ) inventava musicas
( ) descobria novos sons
( ) trazia musicas novas
6.Retire do texto um substantivo próprio.
07.Retire cinco substantivos simples.
08.O texto tem quantos paragrafos.
09.Qual o substantivo derivado de pássaro.
10.Complete com a palavras do quadro:
artigos-definidos-indefinidos-frase
A)…..................... é o conjunto de palavra que comunicam um pensamento completo.
B)…................ é a palavra que acompanha o substantivo.
-
O,a,os, as são artigos.................................
D) Um, uma, uns,uma são artigos......................................
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